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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

GoLISMERO - Simplificando suas auditorias Webs

O que é GoLISMERO?
GoLISMERO é uma web spider capaz de detectar as vulnerabilidades e os resultados formados, muito útil quando se inicia uma auditoria web.

Para que serve?
GoLISMERO pretende ser um primeiro passo ao iniciar uma auditoria de segurança web.

Características
  • Mapear uma aplicação web.
  • Mostrar todos os links e params formas como formato confortável.
  • Salvar os resultados com alguns formatos: texto, cvs, html, raw(para analisar com bash script) e wfuzz scripts.
  • Detectar vulnerabilidades comuns de aplicação web.
  • Informações web filtro retendo apenas o que é importante.
  • Muitos outros recursos que você pode encontrar muito útil.

Toda vez que enfrentamos uma nova URL, não seria ótimo ter fácil e rápida todos os links, formulários com parâmetros, para detectar possíveis URL vulnerável, além de ser apresentada de forma que nos dá uma idéia de todos os pontos de entrada onde poderíamos lançar ataques? GoLISMERO nos permite fazer tudo isto.
Pagina do autor: http://www.iniqua.com

Aprendendo com exemplos
Abaixo estão alguns exemplos e estudos de caso, que são a melhor maneira de aprender a usar uma ferramenta de segurança.

Ficando todos os links e as formas de uma web, com todos os seus parâmetros, formato estendido:

GoLISMERO.py –t google.com

Mostra todos os links em modo compacto, e colorido as output(saída):
GoLISMERO.py –c –m –t google.com

Mostra apenas os links. Remover css, javascript, imagens e e-mails:
GoLISMERO.py --no-css--no-script --no-images --no-mail –c –A links –m –t google.com

Ou de uma forma reduzida:
GoLISMERO.py –na –c –A links –m –t google.com
Remover apenas os links que têm parâmetros, e siga redirecionamentos(HTTP 302), e os resultados de exportação em HTML:
GoLISMERO.py –c –A links --follow –F html –o results.html –m –t google.com
Gerando sainda em HTML:
Extrair todos os links, procurando URL potencialmente vulneráveis ​​e usar um proxy intermediário para análise. Parâmetros de URLs ou vulneráveis ​​são destacadas em vermelho.
GoLISMERO.py –c –A links --follow -na –x –m –t terra.com
Veja o resultado com o ZAP Proxy:

Baixar: https://code.google.com/p/golismero/downloads/list

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

HconSTF - Hcon Security Testing Framework [Fire Base & Aqua base]


São duas ótimas ferramentas para profissionais de segurança, modificadas em dois navegadores, no Firefox(fire base) e no Chromium(aqua base).

Hcon Security Testing Framework "Fire Base"


O que ele pode fazer?
A maior parte do HconSTF é semi-automatizado, mas você ainda precisa de seu cérebro para trabalhar com isso.
Ele pode ser usado no desenvolvimento web/depuração(debugging) e todas as fases de testes de segurança de TI, tem ferramentas para
1. coleta de informações
2. Enumeração & Reconnaissance
3. A avaliação da vulnerabilidade
4. exploração
5. Escalação de privilégios
6. Reportagem

Info versão:
Versão atual: 0.3
Tipo: portátil (não precisa instalar, executado a partir de pendrive ou qualquer cartão de memória)
Plataforma: Windows XP, Vista, 7

Termos de uso:
Ao utilizar este software você concordou com os termos de uso deste software
Devido à natureza do software, se for utilizado em qualquer atividade ilegal ou crime cibernético, em seguida, o autor do software ou o site não é responsável em qualquer condição.
você, como usuário deste software é responsável por seus atos.

Baixar: http://www.hcon.in/downloads.html

Hcon Security Testing Framework "Aqua base"



Epecificação:

1. Com base em fonte de Chromium Source (iron build) versão 14
2. mais seguro e rastreamento gratuito do Google Chromium
3. Mais de 100 ferramentas de integração com interface de uso muito fácil
4. sugestões contribuíram fortemente, sendo modificadas por pentesters profissionais, desenvolvedores web, pesquisadores de segurança
5. Livre e de código aberto
6. Totalmente portátil (não precisa instalar), você pode carregá-lo na sua usb cartão de memória, etc,
7. Funciona em todas as janelas incluindo janelas - XP, Vista, 7

neste projeto chrome OS, todos os ícones usados ​​são de propriedade de seus detentores dos direitos autorais.
apenas o logotipo da HconSTF (ícone) é propriedade da Mistry Ashish sob o nome de HCON.

Baixar: http://www.hcon.in/downloads.html

Quer contribuir?
1. Se você é um bom javascript, HTML, XML desenvolvedor
2. designer gráfico
3. se você pode fazer os primeiros testes
4. Se você tiver quaisquer idéias, sugestões para melhorar HconSTF
contate:
http://www.hcon.in/contact-us.html

sábado, 10 de dezembro de 2011

Lista de comandos pós invasão


Lista de comandos a serem executados quando tiverem acesso a uma shell do sistema Linux ou Windows, vai ajudar tanto a iniciantes ha profissionais de penetrations test.

Linux/Unix/BSD Post Exploitation

Windows Post Exploitation

OSX Post Exploitation

Espelho: 
Linux: http://www.4shared.com/file/JRYFK_dQ/LinuxUnixBSDPost-ExploitationC.html
Windows: http://www.4shared.com/file/8zXCnptK/WindowsPost-Exploitation.html
OSX: http://www.4shared.com/file/eQW4_o6G/OSXPost-Exploitation.html
Room362

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

ExploitPack 1.1 - Framework de Exploits


Exploit Pack é uma ferramenta de segurança open source e vem para preencher uma necessidade, uma estrutura para auxiliar escritores e pesquisadores de segurança, com uma licença GPL e Python como motor de seus módulos. Também é baseado em Java e SWT para cair na real multi-plataforma. Licença GPL é usado para todo o projeto e, assim, garantir que o código será sempre livre.

Exploit Pack tentar garante a preencher as necessidades que um desenvolvedor de exploit ou especialista em segurança tem diariamente. E vai ajudá-lo quando você tem que testar a segurança do seu computador ou servidores.




Microsoft Windows 64

Windows XP, 2003, Vista, 2008 & 7 :
ExploitPack – 1.1 win64.exe – Binary win64
MD5Sum: d922dafa82c7afbf71abd7301aeedbd1

GNU/Linux
Debian, Redhat, Ubuntu 2.6 :
ExploitPack-1.1-i386.tar.gz – Source

 MAC OS X
Mac OS X (10.4, 10.5 and 10.6) :
ExploitPack-1.1-i386.bzip – Source

 Free BSD
FreeBSD 7 & 8 :
ExploitPack-1.1-i386.tar.gz – Source

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Hacker cria monitor contra bisbilhoteiros


Com um monitor velho, um óculos 3D e alguma habilidade, você pode construir um monitor cujo conteúdo da tela só pode ser visto por você. O sistema foi desenvolvido para usuários que querem privacidade máxima ao trabalhar no computador, e se destaca por ser um sistema "caseiro" e de baixo custo.
O site Instructables publicou o passo-a-passo da montagem do sistema, incluindo um arquivo em PDF, para incentivar aqueles que querem arriscar a construir um modelo semelhante em casa. O monitor é uma criação do modder dimovi, um engenheiro elétrico que resolveu criar o inusitado produto pelo simples fato que não queria que seus colegas de trabalho tivessem acesso ao conteúdo do seu computador. E como proteções de senha não surtiam mais efeito, ele adotou uma decisão "radical".

Para chegar ao resultado desejado, dimovi utilizou um velho monitor LCD, óculos 3D que são utilizados em cinemas (ou velhos óculos de sol modificados), um diluente (acetona, terebintina, acetato de metila ou acetato de etila), uma máquina de corte a laser (segundo o próprio modder, esse item é dispensável; basta ter uma mão firme e uma boa faca na hora de cortar), uma chave de fenda, uma broca, toalhas de papel e supercola. Ou seja, todos os itens podem ser encontrados com certa facilidade por qualquer pessoa.

O resultado é, no mínimo, muito interessante. Para qualquer pessoa que não está usando o óculos 3D, o monitor exibe uma tela em cinza, como se fosse uma tela inativa, ou desconectada do computador. Porém, para o usuário que estiver com o óculos 3D, todas as informações são exibidas claramente. O resultado é possível basicamente por causa da ação do solvente na tela do monitor, que torna tudo cinza aos olhos dos outros, e da polarização dos óculos 3D com a frequência de exibição do monitor. Confira o vídeo que mostra o projeto em funcionamento.

Via Instructables

domingo, 6 de novembro de 2011

Ferramentas para Web Pentesting


É muito difícil para iniciante interessados na área de pentesting, encontrar bons materiais para estudo, levando em conta que essa área de pentesting e muito complexa e abrange outras áreas de estudo, segue uma lista de ferramentas essenciais para inicio dos estudos.

EnigmaGroup - http://enigmagroup.org/
XSS Encoding Skills – x5s (Casaba Watcher) - http://www.nottrusted.com/x5s/
Exploit- DB - http://www.exploit-db.com/webapps
The Bodgeit Store - http://code.google.com/p/bodgeit/
LampSecurity http://sourceforge.net/projects/lampsecurity/
hackxor - http://hackxor.sourceforge.net/cgi-bin/index.pl
WackoPicko - https://github.com/adamdoupe/WackoPicko
RSnake’s Vulnerability Lab - http://ha.ckers.org/weird/

Web Security DOJO - http://www.mavensecurity.com/web_security_dojo/
Gruyere (antigo Codelab / Jalsberg) - http://google-gruyere.appspot.com/
Hacme Game - http://hacmegame.org/
SPI Dynamics - http://zero.webappsecurity.com/
Acunetix 1 - http://testphp.vulnweb.com/
Acunetix 2 - http://testasp.vulnweb.com/
Acunetix 3 - http://testaspnet.vulnweb.com/
PCTechtips Challenge - http://pctechtips.org/hacker-challenge-pwn3d-the-login-form/
Damn Vulnerable Web Application - http://dvwa.co.uk/
Mutillidae - http://www.irongeek.com/i.php?page=security/mutillidae-deliberately-vulnerable-php-owasp-top-10
The Butterfly Security Project - http://sourceforge.net/projects/thebutterflytmp/
Hacme Casino - http://www.mcafee.com/us/downloads/free-tools/hacme-casino.aspx
Hacme Bank 2.0 - http://www.mcafee.com/us/downloads/free-tools/hacme-bank.aspx
Updated HackmeBank - http://www.o2-ounceopen.com/technical-info/2008/12/8/updated-version-of-hacmebank.html
Hacme Books - http://www.mcafee.com/us/downloads/free-tools/hacmebooks.aspx
Hacme Travel - http://www.mcafee.com/us/downloads/free-tools/hacmetravel.aspx
Hacme Shipping - http://www.mcafee.com/us/downloads/free-tools/hacmeshipping.aspx
Moth - http://www.bonsai-sec.com/en/research/moth.php
Stanford SecuriBench - http://suif.stanford.edu/%7Elivshits/securibench/
SecuriBench Micro - http://suif.stanford.edu/%7Elivshits/work/securibench-micro/
BadStore - http://www.badstore.net/
WebMaven/Buggy Bank - http://www.mavensecurity.com/webmaven
OWASP WebGoat - http://www.owasp.org/index.php/OWASP_WebGoat_Project
OWASP Vicnum - http://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_Vicnum_Project
OWASP InsecureWebApp - http://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_Insecure_Web_App_Project


Lista de laboratórios:
http://remote-execution.blogspot.com/2011/01/lista-de-servidores-e-aplicativos.html

Bônus:  http://www.4shared.com/document/90Dv4kLF/Hacking_Exposed_chapter_11.html

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vídeo do Webinar da "CLAVIS - segurança da informação"

 A Clavis é uma empresa especializada em soluções e treinamentos de segurança da informação. Visando sempre suprir as necessidades de seus clientes de forma inovadora e abrangente, a Clavis investe pesado no treinamento interno de sua equipe de analistas, além de fomentar pesquisas na área e apoiar diversos eventos e congressos relacionados à Segurança da Informação. Sempre se utilizando dos mais confiáveis e consolidados métodos e técnicas em sua atuação, a Clavis oferece qualidade internacional em seus serviços e treinamentos.

A Clavis oferece ao mercado soluções na área de implementação segura de serviços de redes de computadores, administração de servidores, análise de risco e vulnerabilidades, auditoria de redes e servidores, elaboração de Plano Diretor de Tecnologia e Segurança da Informação, respostas a incidentes de segurança computacional, análise forense entre outros. Mais informações sobre as soluções e serviços ofertadas pela Clavis Segurança da Informação podem ser visualizadas em Soluções.

A Clavis também oferta ao mercado treinamentos abertos e in-company específicos na área de segurança da informação, visando capacitar seus alunos nos temas mais atuais sobre o assunto em questão. A Academia Clavis conta hoje com inúmeros treinamentos específicos, entre eles podemos citar: Análise Forense computacional, Fundamentos de Criptografia, Teste de Invasão em Redes sem Fio, Teste de Invasão em Redes e Sistemas, Fortalecimento (Hardening) de Servidores Unix/Linux, Proteção de Perímetro - Sistemas de Monitoramento, Fundamentos - Redes de Computadores, Fundamentos - Sistema Operacional Linux, entre outros. Mais informações sobre a Academia Clavis pode ser visualizado em: Treinamento.

A Academia Clavis, através da parceria com certificadora americana EC-Council, é centro de treinamento oficial das Certificações Certified Ethical Hacker(CEH) e Computer Hacking Forensic Investigator (CHFI).



Webinar #1 – Metasploit Framework – Apresentação da ferramenta, sua arquitetura e funcionalidades

O que é o Metasploit Framework?

O Metasploit Framework é uma ferramenta para desenvolvimento e lançamento de exploits muito utilizada em auditorias Teste de Invasão. O framework consiste em uma série de ferramentas, exploits e códigos que podem ser utilizados através de diferentes interfaces.

http://www.blog.clavis.com.br/webinar-1-metasploit-framework-apresentacao-da-ferramenta-sua-arquitetura-e-funcionalidades/

Webinar #2 – Análise Forense em Tráfego de Rede

O que é Análise Forense?

A análise forense computacional consiste em um conjunto de técnicas para coleta e exame de evidências digitais, reconstrução de dados e ataques, identificação e rastreamento de atividades.

http://www.blog.clavis.com.br/webinar-2-analise-forense-em-trafego-de-rede/

Webinar #3 disponível – Principais Ameaças a Aplicações Web – Top 10 do OWASP

http://www.blog.clavis.com.br/webinar-3-principais-ameacas-a-aplicacoes-web-%e2%80%93-top-10-do-owasp/

domingo, 30 de outubro de 2011

Vídeos do ShmooCon 2011


ShmooCon é anual East coast de hackers, convenção que teimam em oferecer três dias de uma atmosfera interessante para demonstrar a exploração da tecnologia, soluções inventivas software e hardware, e abrir discussões de questões críticas de infosec. Quatro faixas oferecer aos nossos convidados com uma rica diversidade de informações. A conferência corre noite de sexta a tarde de domingo e será realizada 27-29 janeiro de 2012 no Hilton Hotel Washington em Washington DC.

ShmooCon participantes são uma mistura de funcionários do governo, prestadores de serviços, profissionais de segurança de grandes indústrias, estudantes e professores de academia que estão se concentrando em segurança da informação, software de segurança e fabricantes de hardware e, é claro, hackers. Como um grupo que tem densidade gadget de alta, uma propensão para discutir os aspectos esotéricos dos problemas de segurança e, em geral gostam de vestir preto t-shirts.

A conferência tem vendido cada um dos sete anos anteriores. Este ano, esperamos que 1400 participantes pagos, e cerca de 1600 participantes, uma vez oradores, vendedores, funcionários e membros da imprensa estão incluídos. Como regra geral, não coletamos dados demográficos sobre nossos participantes. Nós estimamos que 35% por cento dos nossos visitantes vêm da metropolitana Washington, DC, incluindo Baltimore e Virgínia do Norte. Outros participantes oriundos de todo os Estados Unidos, Canadá e Europa.

Participantes ShmooCon esperar um certo nível de anonimato e por isso nós não fornecer dados específicos sobre os nossos participantes a terceiros.

Vídeos de 2011:

ShmooCon 2011: Visual Malware Reversing: How to Stop Reading Assembly and Love the Code http://www.youtube.com/watch?v=9nlWbDdxKjw
ShmooCon 2011: Printer to PWND: Leveraging Multifunction Printers During Penetration Testing http://www.youtube.com/watch?v=MPhisPLwm2A
ShmooCon 2011: Keynote: Analytic Framework for Cyber Security http://www.youtube.com/watch?v=rDP6A5NMeA4
ShmooCon 2011: Inside the App: All Your Data are Belong to Me http://www.youtube.com/watch?v=diAMOkGr1JY
ShmooCon 2011: Hop Hacking Hedy http://www.youtube.com/watch?v=aMBaO94Q49U Or on Vimeo Part 1: http://www.vimeo.com/19544885 Part 2: http://www.vimeo.com/19552869 Part 3: http://www.vimeo.com/19556670 Part 4: http://www.vimeo.com/19574828
ShmooCon 2011: Printers Gone Wild! http://www.youtube.com/watch?v=GZgLX60U3sY
An Evite from Surbo? Probably an invitation for trouble Part 1: http://www.youtube.com/watch?v=DE0dpwLGlQ8 Part 2: http://www.youtube.com/watch?v=EyApUYTrNOQ Part 3: http://www.youtube.com/watch?v=i41U1cxyJKs
ShmooCon 2011: Project Ubertooth: Building a Better Bluetooth Adapter http://www.youtube.com/watch?v=KSd_1FE6z4Y
ShmooCon 2011: Hackers for Charity http://www.youtube.com/watch?v=7mjLbbUmpw8
ShmooCon 2011: USB Autorun attacks against Linux http://www.youtube.com/watch?v=ovfYBa1EHm4
ShmooCon 2011: URL Enlargement: Is it for You? http://www.youtube.com/watch?v=mkg1bOZmCFU
ShmooCon 2011: Defeating mTANs for profit http://www.youtube.com/watch?v=5X0SGgZtX8w
ShmooCon 2011: Are you receiving me? Recent issues in wifi privacy http://www.youtube.com/watch?v=JHLebJ6BYdU
Armitage’s Top 10 Power User Features (Shmoocon 2011 Firetalks) http://www.youtube.com/watch?v=OJ0-H1rC8ds
ShmooCon 2011: ZigBee Security: Find, Fix, Finish http://www.youtube.com/watch?v=SvCbIOwblqM
ShmooCon 2011: Stealing Sensitive Data from Thousands of Systems Simultaneously with OpenDLP http://www.youtube.com/watch?v=kz3M–LhyBg

http://en.wikipedia.org/wiki/ShmooCon

sábado, 29 de outubro de 2011

Blog "Coruja de TI" foi invadido

O blog foi invadido pelo grupo "PR0J3KT M4YH3M BR4Z1L", com protesto extremamente agressivos.



Mensagem deixada pelo grupo:

O C1RCO DA S3GUR4NÇA DA 1NFORM4ÇÃ0 T3M UM NOVO P4LH4Ç0: GUSTAVO “CORUJA DE TI” LIMA.
PARABÉNS, CORUJITO DA SHE-HA, VOCÊ CONSEGUIU APARECER COMO QUERIA, POSAR DE EXPERT MAS
AGORA É A HORA DE A COMUNIDADE UNDERGROUND DAR UM BASTA NISSO.

D3sd3 0 an0 p4ss4d0 quE o Coruja de TI f0i d3t3cTad0 no r4dAr do i sh0t the white hat.
Text0s EsTúPid0s c0piad0s de diV3rS0s bl0gS, Event0 d3 seGuraNÇ4 c0M paLeSTr4s m4is VeLh4S
d0 Que MinH4 aVó e Um4 aRRgoGânCia d3 d4r invEj4 4 um r0ckStaR. Gustavo Lima É Um Gr4nD3
chaRlaTão quE c0nSeGuIU o Feit0 d3 t0m4r 0 LuGaR do Denny Roger n0 CenÁrio br4sil3ir0.
Gustavo Corujito, DiG4 p4rA nóS o qu3 v0cê jÁ f3z d3 relEvanTe p4rA s3 acHar T4nt0 aSsiM?
Quant0s p3nt3stS jÁ f3z? Quant0s 3xpLoiTs jÁ esCr3v3u? Quant0s 0d4ys já enContrOu? Quais sã0
os s3us sk1lls, alÉm d4 eNGenHaR1a s0ci4l d3 b4b4Cas quE tE dã0 0uviD0s? B3Ber CerVejA c0m
AlGuns N0mEs F4m0Sinh0s do CenÁRio brasIleiR0 nã0 t3 f4zEm EspEciaLiSta, e Sim Um Puxa-Sac0
Qu3 Caiu De Para-quedas QueR3nd0 ApaR3c3r.

CopiAr a CamiSa do YSTS É fei0. Copiar CFP d3 0utr0s eVenT0s tamBém. IssO pr0v4 quE você é
um V3rm3 quE dEve Ser EsM4g4dO com T0d4 a ForÇa e os 0Days qu3 o Undergr0uND Tem.

VOCÊ FAZ UM EVENTO CHAMADO “WEBSECFORUM” E NÃO CONSEGUE CONFIGURAR DIREITO O PRÓPRIO WORDPRESS? QUE IRONIA!!!!
E ANTES QUE VOCÊ VENHA COM ENGENHARIA SOCIAL PRA SE SAIR DESSA SAIA JUSTA, VOCÊ FOI HACKEADO
PORQUE É INCOMPETENTE, A FALHA FOI SUA!

*** V3M0S VOCÊ NO PRÓXIM0 R3L34S3 D4 ZIN3 ISTWH5.TXT N0 Y0U SH0T THE SHERIFF! ***

i sh0t the white hat / pr0j3kt m4yh3m br4z1l
rm -rf /whitehats —— take back the underground

P0esi4 d0 p03t4 Hacker Cracker pAR4 0 Coruja de TI:

Não podemos parar, sem nós o mercado apodrece
A escória de sempre estrelada por novos palhaços
O conforto da inercia acomodando os charlatões facistas
Os novos filhos da puta junto com os filhos da puta de sempre
Raça de medíocres escondendo-se atrás de títulos de merda
Estupidez chamda CISSP travestida de necessidade
Os valores voltam a se inverter…
A cena ajoelha-se diante da midia estupida
A rede escorre o lixo bytificados
Para vocês “pau no cu” que usam nossa ausência como consolo
Nós nunca paramos…
Vocês não aprendem…
A semente foi plantada
E é fermentada por suas falácias…
O único caminho é o caos
Somos a cura para as suas doenças
O recado esta dado..
ISTWH never stay away
We never sleep
You are the next
The new revolution is now ahead

Corujita,
Enfie uma dentadura no cu e va rir para o caralho
Esteja ciente da sua insignificância
Ajoelhe-se diante do underground


Log: http://pastebin.com/G7Wv8pwh

Alguns bônus sobre o grupo:
http://0fx66.com/files/zines/istwh/
http://www.exploit-db.com/author/?a=2463
http://ftp.sliim-projects.eu/milworm/244

Esse artigo publicado pelo meu bhother







Relatório:



domingo, 25 de setembro de 2011

Removendo rastros de uma invasão


Um micro pode armazenar muitos tipos de pistas, e tipos de ataques, então, como entrar em um micro e sair sem deixar pistas?
Existem muitos tipos de ferramentas como backdoors, sniffers, logs e outros serviços. Existem algumas coisa a serem consideradas, como criar um usuário e saber se o user tem privilégios suficientes, e saber como deletar esse user...
Muitos são  limitados apenas a destruir o access_log do apache, a webshell, o backdoor e a raiz do exploit.
Existem muitas ferramentas que prometem remover todos os vestígios, mas isso não e verdade. Isso e não para ser um guia perfeito e sim da um ênfase a essa etapa, um orientação de para um serviço perfeito.
Vou deixar os credito ao overload, vamos a uma visão geral dos mais usados:

1° Destruição do sistema
* Quando perceber que não ha mais alternativas.
Desative o login, isso causa estragos de tal forma que pode causa uma destruição total ou parcial, aqui estão alguns comandos mais usados:

rm /etc/passwd
rm /etc/shadow
rm /bin/login
rm /bin/rm
rm /etc/inetd.conf
killall login


2° Captura e remoção do log de acesso do Apache.
* Isso somente seria viável se o ataque fosse apenas no site usando uma webshell. Ele pode ser removido ou editado, tome cuidado para não deixar nada errado.
Diretórios mais comuns que armazenam os dados:

apache/logs/error.log
apache/logs/access.log
apache/logs/error.log
apache/logs/access.log
apache/logs/error.log
apache/logs/access.log
etc/httpd/logs/acces_log
etc/httpd/logs/acces.log
etc/httpd/logs/error_log
etc/httpd/logs/error.log
var/www/logs/access_log
var/www/logs/access.log
usr/local/apache/logs/access_log
usr/local/apache/logs/access.log
var/log/apache/access_log
var/log/apache2/access_log
var/log/apache/access.log
var/log/apache2/access.log
var/log/access_log
var/log/access.log
var/www/logs/error_log
var/www/logs/error.log
usr/local/apache/logs/error_log
usr/local/apache/logs/error.log
var/log/apache/error_log
var/log/apache2/error_log
var/log/apache/error.log
var/log/apache2/error.log
var/log/error_log
var/log/error.log
var/log/access_log
var/log/access_log


3° Eliminar o Bash history.
* Muitos se esquecem dele.
* E muitos simples edita-lo ou elimina-lo, o arquivo e .bash_history ou .sh_history
* Isso somente e para ser feito antes de sair.

4° Removendo os rastros de exploits, sniffers, webshells e etc...
* E sempre bom ter um root explit em mãos...

5° Tenha cuidados com as mudanças no sistema.
* Essa e uma parte importantes, se você fez alterações no sistema e for pego, a pena e mais grave dependendo do pais que foi feito a invasão do website.

6° Cuidado com os backdoors.
* Em um curto espaço de tempo, ele pode passar despercebido, mas pode se encontrado. 

7° Remove todas as contas criados, principalmente se você for ROOT.
* Não e suficiente para remover permissões de shell (/sh/false)

8° Você deve ter atenção, para não ter alguém conectado no sistema.

* Ter alguém conectado pode ser muito perigoso, você pode ser rastreado e capturado facilmente.

9° Desconfie de tudo, a melhor solução e sigilo absoluto.
* Não e o que acontece com a maioria, eles gostam de se gabar do feito, sem leve em conta que isso poderia leva alguém a espiona-lo.
* Lembre-se que não existe proxy 100% seguro.

10° Tome cuidado com o syslog.
* As vezes pode ser mais complexo do que o normal se livrar das alterações feita nele.

11° Alguns comandos interessantes.
* Who - Lista usuários ativos.
* last - Login do ultimo usuário.
* ps - Lista os processos ativos
* lastcom/hostory - Mostra os comandos digitados por um determinado usuário.

12° Arquivos perigosos.
* utmp - Grava um registro(log) dos usuários que estão usando o sistema enquanto estiverem conectados a ele. ele se encontra no diretório /var/adm/utmp e /etc/utmp
* wtmp - Grava um registro de cada vez que um usuário entra no sistema, ou sair do sistema.
* lastlog - Grava um registro exato de quando o usuário entrou pela ultima vez.
* acct ou pacct - Registra todos os comandos executados por cada usuário(mas não grava os argumentos para estes comandos executados).

sábado, 23 de julho de 2011

Conceito básicos para um teste de penetração


O teste de penetração é um método que avalia a segurança de um sistema de computador ou de uma rede, simulando um ataque de uma fonte maliciosa. O processo envolve uma análise nas atividades do sistema, que envolvem a busca de alguma vulnerabilidade em potencial que possa ser resultado de uma má configuração do sistema, falhas em hardwares/softwares desconhecidas, deficiência no sistema operacional ou técnicas contramedidas. Todas as análises submetidas pelos testes escolhidos são apresentadas no sistema, junto com uma avaliação do seu impacto e muitas vezes com uma proposta de resolução ou de uma solução técnica.
Índice

    1 Objetivo
    2 Testes caixa branca vs. caixa preta
    3 Sua aplicação
    4 Ver também
    5 Referências



Objetivo

O objetivo do teste de penetração é determinar a viabilidade de uma ataque e mensurar o seu impacto, caso seja bem sucedido se descoberto. Ele age como um componente na auditoria de segurança.


Testes caixa branca vs. caixa preta

Os testes de penetração podem ser realizados de várias maneiras. A diferença mais comum é a quantidade de detalhes da implementação do sistema a ser testado, que estão disponíveis para os testadores.

O teste da caixa preta assume que não existe qualquer conhecimento prévio da infra-estrutura a ser testada. Sendo que o primeiro teste deve determinar a localização e extensão dos sistemas antes de iniciar a análise.

O teste da caixa branca assume que o testador possui total conhecimento da infra-estrutura a ser testada, incluindo o diagrama da rede, endereçamento IP e qualquer informação complementar.

Teste de caixa preta simulam um ataque de alguém que esteja familiarizado com o sistema, enquanto um teste de caixa branca simula o que pode acontecer durante o expediente de um trabalho ou depois de um "vazamento" de informações, em que o invasor tenha acesso ao código fonte, esquemas de rede e, possivelmente, até mesmo de algumas senhas.


Sua aplicação
Os serviços oferecidos por empresas contratadas para usar o teste de penetração, podem ser uma simples varredura na organização dos endereços IP, abrir/fechar portas ou fazer uma auditoria completa no escopo da rede em busca de vulnerabilidade.

Visão geral

Esse tipo de teste analisa o sistema para qualquer tipo de vulnerabilidade em potencial, explorando vulnerabilidades causados por sistema fracos, mau configurados ou com deficiência operacional. Todos os problema encontrados devem ser reportados ao prestador do serviço.
Para o pessoal que esta ingressando na área, isso artigo e um bom começo, vou agradecer ao pessoal do binushacker.net por informações, mas a frente disponibilizo alguns modelos de relatórios que eu possuo.



Conceitos para os testes:    
 











Etapas Objetivo Técnicas Ferramentas
1 Coletando informações (Footprinting) range de endereços, namespace, informações Sites de busca, whois, DNS zone transferência whois, host, usenet, edgar db, dig, nslookup, samspade, google
2 Impressão digital (Fingerprinting) identificação de serviços, pontos de entrada varredura de ping, TCP/UDP scan, Detecção de OS, netBIOS, SNMP, VPN nmap, unicornscan, paketto, queso, siphon, scanline, cheops-ng, nbtscan, snmpwalk, ike-scan
3 Enumeração identificação de contas de usuário válido, pastas mal protegidas contas da lista de usuários, pastas, banner grabbing dumpsec, sid enum, nat, legion, dcetest, rpcinfo, showmount, netcat, telnet
4 Ganhando acesso Reunidos dados suficientes, tendo acesso ao sistema/rede password eavesdropping, brute force (força bruta) tcpdump, nat, legion, tftp, pwdump, ttdb, bind, IIS .HTR/ISM.DLL, dsniff, ettercap, hydra, brutus-aet2
5 Escalação de privilégios conseguir acesso ao administrador, obter controle completo (root/admin) quebra de senha(password cracking), exploits conhecidos rainbow crack, ophcrack, john the ripper, ophcrack, l0phtcrack, local exploits
6 Furtando dados Consegui acesso ao sistema/rede avaliar confia, procure senhas em texto rhosts, hosts, lsa secrets, user data, config files, registry, scripts, services
7 Cobrindo rastros concluir propriedade de sistema, escondendo intrusão limpando os logs, escondendo ferramentas logcleaner-ng, winzapper, rootkits, file streaming
8 Backdooring configurando backdoors para recuperar o acesso privilegiado criar usuário, lotes de cronograma, infectar arquivos de inicialização, trojanisation, controle remoto cron, at, rc, netcat, keystroke loggers, fpnwclnt.dll, tini, adore, vnc, bo2k
9 Negação de Serviço tornar recursos do sistema indisponível, desative o alvo SYN flood, ICMP techniques, SRC/DST-SYN-requests, OOB, DDoS smurf, bonk, jolt, land, nestea, newtear, syndrop, teardrop, winnuke, trinoo, tfn2k, slowloris, loic


Roteiro de um teste de penetração:



Ref:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_de_penetra%C3%A7%C3%A3o
http://remote-execution.blogspot.com/2011/05/metodologias-de-testes-de-penetracao.html

sábado, 2 de julho de 2011

Vídeos de Rooted CON 2011



Congresso que visa promover o conhecimento: na edição de 2010 foram lançados vários "0 dias", apresentou os primeiros frutos de ferramentas como o FOCA, EMET, Radare2 ... e contou com figuras históricas, como cena de hacking da rampa e | selvagem | Apostols de, e muitas outras figuras que não foram levantadas na rodada, mas eles estavam.

De acordo com o princípio da neutralidade que rege o Congresso, apresentou um painel já vi na Espanha, com figuras proeminentes, tais como a advocacia Carlos Sánchez Almeida, Marco Francisco Ribas e Xavier, em busca de detalhes do Código Penal ea incorporação de crimes de hackers.

Ele forneceu um ponto de vista empresarial, de modo que aqueles que estão e estarão no mercado de trabalho conhecer a realidade das empresas de segurança, participando estrategistas de grandes empresas, agentes de segurança de grandes corporações e especialistas do governo e da lei Estado.

Além disso, tivemos uma mudança de registo com um olhar cômico para o mundo e a figura do hacker nesta linguagem muito visual.

Tópicos: Engenharia Reversa em Windows e Android, iPhone botnets orientado, banker Trojans e análise forense, princípios de economia aplicada à pirataria, a Teoria das Restrições Goldratt, como se preparar para entrar no mercado de trabalho em segurança, explorar com Oracle Financials "0 dias" incluído como lidar com um sistema global de suporte ao usuário, enganchando em diferentes plataformas, como para fugir de antivírus e firewall pessoal com uma técnica particularmente simples, organização interna das escolas para responder a incidentes no estado, a relação entre crimes de hackers e vários grupos criminosos, ...

No ano passado, nós gastamos muito tempo e esforço: era rígido para iniciar um projeto como esse a partir do zero. Mas graças a você e sua confiança na próxima edição irá aumentar a capacidade da conferência (para você não, ou quase ninguém está impossibilitado de comparecer à esquerda).

Todas essas iniciativas de melhoria são possíveis graças que recebemos de você como participantes de nossos parceiros e patrocinadores. Não nos esqueçamos nem todos os voluntários e outras pessoas que abnegadamente deram-nos boas idéias e esforço e vontade.

Acesso as palestras:
http://vimeo.com/album/1587508/

Ref: http://www.rootedcon.es

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sem privilegio no Windows? o que fazer?



Em algumas fases de pentest ou no seu cotidiano, você vai deparar com um Windows e suas inúmeras vulnerabilidades... caso esteja usando o grande metasploit, você ainda encontra alguns scripts meterpreter que ja quebram o galho, mas não em todas as vezes... e no caso que você esteja usando um exploit monolítico? você digita "whoami" e ver que não tem acesso "root/administrador" do sistema... ta com o cmd.exe na tela e de braços cruzado!!! não entre em desespero... vou mostrar a solução.

Usando alguns comando nativos do Windows, pode reverter esse caso fácil.

Adicionando um usuário no sistema:

net user bhior fabiano1337 /add

Criar grupos e/ou atribuir/remover usuários de grupos específicos:

net localgroup

Adicionado um usuário como administrador ou qualquer outro grupo descrito com o comando acima.

net localgroup Administrador bhior /add

Modifica a requisitos de senha e logon para todas contas:

net accounts

Exibindo informações de configuração do serviço Estação de Trabalho ou Servidor:

net config [server | workstation]

Visualizando computadores on line na rede com compartilhamento:


net view

Visualizando os diretórios compartilhados no seu micro:

net share

Visualizando as maquinas que estão acessando os diretórios compartilhados:

net use

Exibindo os logs das estação de trabalho ou servidor:

net statistics [server | workstation]

Ajuda com o comando?

net help

Caso o firewall esteja impedindo algum outro processo que você esteja querendo fazer:

netsh firewall set opmode disable

Xeque mate!!!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Hackers to Law: Lei Azeredo pode tornar inviável cultura e pesquisa hacker

Como deveria ser do conhecimento de todos, hackers, ao contrário de crackers, utilizam seus conhecimentos para o aprimoramento da segurança de sistemas, e não invadem sistemas com a intenção danosa. Mas invadem sistemas, fato!

Mas será que o PL 84/1999, a chamada “Lei Azeredo”, alcança esta distinção técnica, ou trata todos como cibercriminosos, como é, aliás, o entendimento de algumas autoridades que se manifestam a respeito? Em maio de 2011, o Projeto 84/1999 teve novo relatório, também pelo (agora Senador) Azeredo, que tentou costurar alguns termos de modo a tornar o projeto “mais aprazível”. Fato é que o mesmo será votado pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, e pode ser aprovado a qualquer momento.

Mas, suprimir “termos polêmicos” da legislação projetada, como o próprio Senador anunciou, significa efetivamente preservar direitos e garantias fundamentais dos cidadãos e pesquisadores de segurança? Vejamos, no decorrer desta análise.

Dentre as principais modificações do relatório, tivemos a remoção dos textos “dispositivos de comunicação” e “rede de computadores” dos tipos penais trazidos, segundo o relator, para “impedir a criminalização de condutas banais”. Mas condutas banais continuam em risco de serem consideradas criminosas.
Três artigos, com profundo impacto nas pesquisas realizadas por profissionais de segurança, serão estudados, abaixo descritos:

Acesso não autorizado a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado

Art. 285-A. Acessar rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização do legítimo titular, quando exigida:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Parágrafo único. Se o agente se vale de nome falso ou da utilização de identidade de terceiros para a prática do crime, a pena é aumentada de sexta parte.

Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação

Art. 285-B. Obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida: 

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Parágrafo único. Se o dado ou informação obtida desautorizadamente é fornecida a terceiros, a pena é aumentada de um terço.

Inserção ou difusão de código malicioso

Art. 163-A. Inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou sistema informatizado.

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Inserção ou difusão de código malicioso seguido de dano

§ 1º Se do crime resulta destruição, inutilização, deterioração, alteração, dificultação do funcionamento, ou funcionamento desautorizado pelo legítimo titular, de dispositivo de comunicação, de rede de computadores, ou de sistema informatizado:

Pena – reclusão, de 2(dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

Bom, para entender quais foram as mudanças nos artigos, apenas os leia sem as expressões “rede de computadores” e “dispositivo de comunicação”. Avançamos realmente em prol de uma legislação lúcida, no que tange às pesquisas de segurança? Receio que não.

Primeiramente, em se tratando do crime previsto no art. 285-A (Acesso não autorizado a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado), o “acesso” continua sendo “não autorizado”, de modo que deixa a cargo do titular do “sistema informatizado” reputar as condições de autorização (que podem não ser tão expressas), como “integrador” da lei penal, o que é um perigo, diante de nítida subjetividade, que pode ensejar manobras maliciosas para prender pesquisadores e profissionais éticos.

Imagine que você, ao invés de acessar um site via browser, utiliza um crawling ou se utiliza do comando “wget” no site; este acesso está se dando a um sistema informatizado (website) e de uma forma não trivial (browsing), logo, você pode ser punido por fazer download do site.

Imagine em um pentest (teste de intrusão), onde via “sql injection” você consegue bypassar o sistema de login do precitado portal, adentrando na área administrativa ou mesmo descobre o arquivo de conexão que lhe permite realizar uma conexão nativa com o banco de dados. Ora se hoje, CSOs na grande maioria, são arredios e se revoltam com “pesquisadorezinhos” que se intrometem em seu trabalho e expõe vulnerabilidades, imaginem, quando eles descobrirem que tais atividades passam a ser criminosas?

Uma simples script em php usando a expressão , concatenado em uma querystring, para gerar um registro no errors.log, que simplesmente te permite a execução do Shell (cmd), e que o pesquisador testou em um sistema, mesmo que não tenha sido contratado, causado dano, indisponibilidade ou copiado informação alguma, apenas para provar o conceito, seria, em tese, acesso indevido a sistema informatizado. Ora, como testar a segurança de um sistema se o acesso é criminoso?

E que nem se argumente que pode-se inserir na redação do tipo a expressão “através de meio fraudulento” e estaria resolvido o problema, sendo que somente crackers seriam pegos. Ledo engano, os hackers utilizam de destreza e técnicas de subversão de sistemas, logo, é fato que adulteram, enganam os sistemas testados. O que difere um cracker de um hacker não são, em regra, as ferramentas ou meios usados, mas a intenção dos agentes.

Alguns podem argumentar que os riscos de injustiças acima expostos não existem, já que a conduta punível deve ser sempre “dolosa”, com intenção, porém, não nos perece crível que um pesquisador de segurança tenha de provar que não tinha intenção fraudulenta ou de obtenção de quaisquer vantagens, tendo de se expor constantemente em face de investigadores, inquéritos, averiguações, dentre outras. O simples fato de comparecer em um “DP” para prestar esclarecimentos, para um pesquisador Hacker, é fato constrangedor ao extremo e pode se intensificar com a aprovação da lei.

Já, em se analisando o artigo 285-B da “Lei Azeredo” (Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação), temos o mesmo problema e pior, com uma conduta passiva do hacker, “obter”, ou seja, alguém que receba por e-mail, skype ou de qualquer forma dados de uma pagina ou aplicação web, banco de dados ou dispositivo informático, poderá incidir no tipo ora previsto. Não bastasse, mais uma vez tem-se um conceito subjetivo, “sem autorização”, que pode ser utilizado por pessoas maliciosas para incriminar inocentes. Um contratante, por exemplo, buscando a rescisão com um pesquisador de segurança, sem pagar-lhe o devido, pode “armar” uma cilada, modificando os termos de acesso ao sistema informatizado, fazendo com que este, inconscientemente, incida na conduta prevista como criminosa.

Alguém que faça ou receba um script e faça um “file include” e que demonstra uma URL vulnerável, e que encaminha as análises para um grupo de pesquisadores, estaria em tese cometendo a conduta criminosa.

Ademais, hackers que participam de listas não estão imunes à atuação de kiddies tolos que por prazer e sem cérebro postam dados de suas “façanhas”. Neste caso, hackers estariam “obtendo” dados de sistemas informatizados sem autorização. Logo, criminosos! Divulgações de pesquisas, repositórios de códigos e provas de conceito podem estar comprometidas, pois darão margem a uma interceptação ampla por parte de vítimas, delegados, promotores, etc.

Já o tipo previsto no art. 163-A, pune aquele que insere ou difunde código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou sistema informatizado (Agora, só “sistema informatizado”). Ora, e quem irá dizer o que é “código malicioso”? É o mesmo que tentar explicar se uma “faca” é um instrumento malicioso! Vocês conhecem o T50? O SqlMap? O Metaexploit? Pois é, exploits, provas de conceito e ferramentas de auditoria estão ameaçadas. E um mero scriptzinho VBS ou viruszinho de macro (Do tipo,“Seu pc está sendo formatado…”), mesmo sem comprovada eficácia do meio, podem ser considerados códigos maliciosos? Quem vai dizer são os operadores da lei, e é aí onde mora o perigo.

Se você apenas injetou o ou executou o exploit, mesmo que não haja dano, pode ser punido pela “inserção”. Se você mandou o link do código (exploit) para alguém, “difusão”, Se você colocou aquelas “aspas simples” em um “textbox” em algum site, (viu algo como “Erro: Incorrect syntax near ”, senha, 0) retorno, tipo, codigo, acessos from usuario where usuario = ”.”) mas o gerente de TI registrou seu IP no access.log e passou para um advogado, cana!

“Onde você estava quando estas aspas simples foram registradas nos logs da vítima? Elas vieram do seu IP! Confesse!”

Bom, e se você instalou um plugin no seu browser para te dar prioridade do tipo “X-Forwarded-For Spoof” e lá colocou um javinha alert e percebeu que dezenas de sites estão vulneráveis a XSS-Crossite (em referrer)? Você estava simplesmente garantindo sua privacidade, esbarrou com falhas, e ainda pode ser indiciado por “inserção” de “código malicioso”! Pode?

Você compra um “Iphone” e instala uma aplicaçãozinha que permite acessar o root do sistema de arquivos ou para desbloquear alguma função. (jailbreak). Pergunto, a Apple autoriza? Você não inseriu código malicioso em sistema informatizado? Crime!

Você gosta de engenharia reversa, usa um “discompiler” ou mesmo um “disassembler”, altera alguma aplicação em hexa, ou muda endereçamentos, inserindo novos códigos no executável, para avaliar sua segurança e comportamento? Você está inserindo código em “sistema informatizado”, crime!
Você acessa seu e-mail através de webmail, após o desligamento da empresa, você percebe que suas credenciais não foram removidas, e realiza um acesso de sua casa para acessar os últimos e-mails remetidos a você. Você está acessando indevidamente sistema informatizado (servidor e-mails) sem autorização! Crime!
São várias as condutas questionáveis!

Por fim, a supressão dos termos “dispositivo de comunicação” e “rede de computadores” dos crimes aqui estudados, alteram algo neste cenário? Apenas limito-me a descrever o conceito de sistema informatizado, mantido pela lei: “qualquer sistema capaz de processar, capturar, armazenar ou transmitir dados eletrônica ou digitalmente ou de forma equivalente” 

A alteração, a nosso ver, em nada altera o cenário, pois o termo sistema informatizado é amplo e não vislumbro, na grande maioria das hipóteses, um dispositivo de comunicação ou rede de computadores (útil), sem um sistema informatizado. Ou seja, se o Senador removeu estes termos, foi por redundância, e não com intenções de “impedir a criminalização de condutas banais”.

Vejamos, se você rodasse um nmap em um IP e verificasse que o mesmo está com a porta do Terminal Server aberta (3389), entrasse e, digitando as credenciais, acessasse o sistema, estaria em tese acessando indevidamente rede de computadores. Se, de outro modo, via wireless, encontrasse um dispositivo móvel fazendo gateway para Internet (via 3g ou gsm) e nele se conectasse, estaria acessando indevidamente um dispositivo de comunicação. O mesmo vale para os inúmeros hotspots liberados ou “liberáveis” (aircrack que o diga…) disponíveis em todo o Brasil, onde seus titulares sequer sabem de tal fato. Acessou rede alheia, aberta, porém sem autorização (aberta por ignorância e não por consentimento), crime!

Removendo agora estes termos (redes de computadores e dispositivos de comunicação, mantendo somente sistemas informatizados), no primeiro caso, em uma interpretação maliciosa, poderiam as autoridades alegarem que o agente acessou o “sistema informatizado” operacional x ou y da vítima, via Terminal Server. No segundo caso, que o agente acessou o “sistema informatizado” android, symbiam, iphoneOS ou qualquer outro sistema da vítima, via wireless. Na terceira hipótese, que acessou o “sistema informatizado” do roteador (firmware) para acesso indevido à rede wireless alheia…

Ou seja, nada mudou, a interpretação de sistema informatizado é, do mesmo modo, ampla!

O mesmo vale para o verbo “obter” previsto no artigo 285-B. Não se obtém dados em redes de computadores e dispositivos de comunicação que não estejam, via de regra, suportados por sistemas informatizados. Pense conosco… Um firmware é sistema informatizado, um aplicativo é sistema informatizado, um utilitário é sistema informatizado, ou inutilitário é sistema informatizado… Acessou a página do LulzSecBrasil com dados da Dilma e Kassab? Criminoso! Você “obteve” os dados sem autorização do titular! Bandido!

Como explicado, não se ambicionou, com o presente, pregar a não necessidade de uma lei de crimes informáticos ou atacar o projeto como um todo (eis que parte dos artigos são válidos e pertinentes, como a proteção de dados pessoais prevista no art. 154-A), mas tão somente demonstrar, especificamente, no que tange à atividade hacker, que esta pode restar inviabilizada caso tais tipos não sejam reformulados, reestudados ou removidos da “Lei Azeredo”.

A manutenção dos tipos penais, tal como se apresentam, constitui em risco para a cultura e pesquisa de segurança da informação, na medida em que colocam “nas mãos” dos titulares de sistemas informatizados e na interpretação de autoridades, questões como a autorização ou não para acesso e envolvendo a intenção (dolo) do hacker suspeito, bem como criminaliza atividades triviais diuturnamente realizadas por pesquisadores, sempre, com as melhores finalidades. Como provar boas intenções neste cenário? Desculpem-me, mas este ônus não deve ser atribuído aos hackers.

Vamos lutar pelo direito da cultura hacker!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ataques ao protocolo ARP (Address Resolution Protocol)

Address Resolution Protocol ou ARP é um protocolo usado para encontrar um endereço da camada de enlace (Ethernet, por exemplo) a partir do endereço da camada de rede (como um endereço IP). O emissor difunde em broadcast um pacote ARP contendo o endereço IP de outro host e espera uma resposta com um endereço MAC respectivo. Cada máquina mantém uma tabela de resolução em cache para reduzir a latência e carga na rede. O ARP permite que o endereço IP seja independente do endereço Ethernet, mas apenas funciona se todos os hosts o suportarem.

O ARP foi implementado em vários tipos de redes; não é uma protocolo restrito a redes IP ou Ethernet e pode ser utilizado para resolver endereços de diferentes protocolos de rede. Porém devido a prevalência de redes IPv4 e Ethernet, ARP é utilizado primordialmente para traduzir Endereço IP para Endereço MAC. Também é utilizado em outras tecnologias de IP sobre LAN, como Token Ring, FDDI ou IEEE 802.11, e para redes IP sobre ATM.

A alternativa para as máquinas que não suportem ARP é um pré-mapeamento (estático) dos endereços.

No protocolo IP de próxima geração, IPv6, a funcionalidade do ARP é provida pelo Neighbor Discovery Protocol (NDP).

Ao processo inverso dá-se o nome de RARP (Reverse ARP).

Na maioria dos sistemas operacionais, como Linux, FreeBSD e outros sistemas operacionais baseados em UNIX, e mesmo incluindo o Windows, o programa "arp" está presente. Este programa pode ser usado para exibir ou modificar as entradas de cache ARP.

Um exemplo de saída do "arp" utilidade seria a seguinte aparência:

Windows:
> arp -a
Interface: 192.168.1.102 --- 0x2
 Enderço IP         Endereço físico        Tip
 192.168.1.101      d5-8d-3c-ce-b0-6b      dinâmico

Linux:
$ arp -na
? (192.168.1.1) at d8:5d:4c:ce:b0:8b [ether] on eth0

FreeBSD:
$ arp -na
? (192.168.1.1) at 00:00:0c:3e:4d:49 on bge0

Funcionamento do protocolo ARP
Consiste no envio de um frame em broadcasting com endereço IP do destino, o qual responde com um datagrama contendo o seu endereço IP e o endereço físico. A máquina que gerou o broadcasting passa a usar o endereço físico do destino para enviar seus datagramas.

Falhas ARP Protocolo
Principal falha ARP está em seu cache. Sabendo que é possível para ARP para atualizar entradas existentes, bem como adicionar ao cache, este leva a crer que as respostas forjadas podem ser feitas, que resultam em ataques de envenenamento de cache ARP.

ARP Cache Poisoning: Broadcasting forjada ARP respostas em uma rede local. Em certo sentido, "enganando" os nós da rede. Isto pode ser feito porque não tem recursos de autenticação ARP, assim, aceitar cegamente qualquer pedido e resposta que é recebido ou enviado.

MAC Flooding: Um ataque de envenenamento de cache ARP que é usado principalmente em ambientes comutados. Inundando um switch com endereços MAC falsos, o switch fica sobrecarregado. Devido a isso, ele transmite todo o tráfego de rede para cada nó conectado. Este resultado é conhecido como "modo de transmissão", pois, todo o tráfego passando pelo switch é transmitido para fora, como um Hub faria. Isso, então, pode resultar em sniffing todo o tráfego de rede.

Hijacking
Em ciência da computação, seqüestro de sessão é a exploração de um computador válido sessão, às vezes também chamada uma sessão-chave para ganhar acesso não autorizado a informações ou serviços em um sistema de computador. Em particular, ele é usado para se referir ao roubo de um cookie mágico usado para autenticar um usuário a um servidor remoto. Tem particular relevância para os desenvolvedores web, como os cookies HTTP usado para manter uma sessão em muitos sites podem ser facilmente roubados por um atacante usando um computador intermediário ou com acesso aos cookies salvos no computador da vítima

Connection Resetting
O nome explica-se muito bem. Quando estamos redefinindo conexão de um cliente, estamos cortando sua conexão ao sistema. Isto pode ser facilmente feito usando o código especialmente criado para fazê-lo. Felizmente, temos software maravilhoso que foi feito para nos ajudar a fazê-lo.

Man-In-The-Middle
O man-in-the-middle é uma forma de ataque em que os dados trocados entre duas partes, por exemplo você e o seu banco, são de alguma forma interceptados, registados e possivelmente alterados pelo atacante sem que as vitimas se apercebam.[1] Numa comunicação normal os dois elementos envolvidos comunicam entre si sem interferências através de um meio, aqui para o que nos interessa, uma rede local a Internet ou ambas.

Durante o ataque man-in-the-middle a comunicação é interceptada pelo atacante e retransmitida por este de uma forma discricionária. O atacante pode decidir retransmitir entre os os legítimos participantes os dados inalterados, com alterações ou bloquear partes da informação.

Como os participantes legítimos da comunicação não se apercebem que os dados estão a ser adulterados tomam-nos como válidos, fornecendo informações e executando instruções por ordem do atacante.

Packet Sniffer
A "packet sniffer" é um utilitário que fareja sem modificar os pacotes da rede de forma alguma.
Farejamento de pacotes. É um método de espionagem, que permite interceptar os pacotes de dados transmitidos por outros micros, através da rede. Em redes Ethernet os pacotes são transmitidos a todos os micros da rede, daí dizer-se que as redes Ethernet usam uma topologia lógica de barramento. Em teoria, somente a placa de rede que tivesse o endereço MAC correto leria o pacote, as demais os ignorariam. Mas, como de qualquer forma todos os outros micros recebem os pacotes, não é tão difícil assim burlar este frágil sistema, passando a ter acesso a todos os dados transmitidos através da rede. A mesma vulnerabilidade existe no acesso via cabo, já que vários usuários estão ligados ao mesmo cabo.

No caso das redes Ethernet não existe proteção, ao menos que seja implantado algum sistema de criptografia. Mas, maioria das empresas que oferece acesso via cabo já vem implantando sistemas de criptografia para proteger seus usuários. Note que o Packet Sniffing só permite ler os dados transmitidos no mesmo segmento de rede e não na Internet.

Negação de Serviço

Ataques de negação de serviço pode ocorrer quando grandes quantidades de pacotes não solicitados são direcionados contra um determinado host e/ou opcionalmente em portas específicas. Isto pode resultar no nó remoto causando pânico e fechando a porta (negando o seu serviço), ou até mesmo desligar o sistema todo - possivelmente um reboot.
MAC Address Flooding pode ser considerado um ataque de negação de serviço.
Em um ataque típico MAC Flooding, o switch é bombardeado por pacotes que contém diferentes destinos de endereço MAC. A intenção é consumir a memória limitada reservada no switch para armazenar a tabela de endereço físico do MAC.

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Ajude a melhorar o artigo, enviando dicas e informações....

domingo, 12 de junho de 2011

Mais de 400! Profissionais de Segurança no Twitter

A lista foi criada e mantida por Anchises. Com a ultima atualização em 09/06/2011
Blog: http://anchisesbr.blogspot.com/
Twitter: @anchisesbr
 

Profissionais da área de Segurança da Informação, Direito Eletrônico, Auditoria e correlatos.

  1. AC Ferreira: @ACFerreiraadv
  2. Acram Isper Jr: @acramisper
  3. Adilson S Rocha: @asrocha
  4. Adriano Lima: @Alimaonline
  5. Adriano Cansian: @adrianocansian
  6. Adriano Magalhães: @madrinux
  7. Adriel Gonçalves: @adriel_agp
  8. Aislan V. Basilio: @aislanv
  9. Alan: @djalancs
  10. Alberto Azevedo: @ajazevedo
  11. Alberto Bastos: @albastos
  12. Alberto Fabiano: @AlbertoFabiano
  13. Aldo Albuquerque: @AldoAlbuquerque
  14. Alessandro de Souza: @alessandrodesou
  15. Alessandro Martins: @xs4ndro
  16. Alex de Oliveira: @enerv
  17. Alex Moura: @alexsm
  18. Alexandre Atheniense: @dnt_atheniense
  19. Alexandre Cezar: @alexandre_cezar
  20. Alexandre F. Menezes: @ale_menezes
  21. Alexandre Vargas: @alexvrn
  22. Alexandre Teixeira: @ateixei
  23. Alexandro Liberatori: @alexhelp
  24. Alexandro Silva (Alexos): @alexandrosilva
  25. Alexsandro Tamari: @alextamari
  26. Almir Polycarpo: @AlmirPolycarpo
  27. Aline Guedes: @alinedti
  28. Altair Jr. A. Soares: altair_soares
  29. Altieres Rohr: @altieres
  30. Anchises M. G de Paula (eu, só para constar): @anchisesbr
  31. Anderson Fagundes: @dinhotech
  32. Anderson Ramos: @aramosorg
  33. André Alves: @andrefaa
  34. Andre Felipe: @afelipealves
  35. Andre Frutuoso: @follower_frts
  36. André L.R.Ferreira: @alrferreira
  37. André Latansio: @latansio
  38. Andre Pitkowski: @andrepit
  39. Antonio Alves: @AAlvesAdv
  40. Antonio Montes: @antoniomontes
  41. Arthur Scarpato: @ascarpato
  42. Ataliba Teixeira: @ataliba
  43. Augusto Paes de Barros: @apbarros
  44. Bernardo Pádua: @Pimptechh
  45. Bruno Criado: @brunocriado
  46. Bruno Dumbra: @BrunoDumbra
  47. Bruno G. de Oliveira: @mphx2
  48. Bruno Salgado: @salgado_bruno
  49. Bruno Zani: @brunozani
  50. Cabral: @kbralx
  51. Carlos Alex: @carlosalexgulo
  52. Carlos E. Santiviago: @segfault
  53. Carlos Granja: @carlosgranja
  54. Carlos Marins: @caemarins
  55. Carol Bozza: @carolbozza
  56. Cássio Menezes: @cassio_menezes
  57. Cesar Avalos: @Avalos
  58. Clandestine: @clandestine4
  59. Claudio Barros: @cbarros42
  60. Cleber Brandao: @clebeer
  61. Clovis Voese: @clovisvoese
  62. Conrado P Rebessi: @conradosblog
  63. Coriolano Camargo: @CoriolanoAC
  64. Crash: @crashbrz
  65. Dalton Dias: @daltondias
  66. Daniel Checchia: @checchia
  67. Daniel M Santana: @danielmsantana
  68. Daniel Requena: @Daniel_Requena
  69. Danilo Andreato: @DaniloAndreato
  70. Danilo Nascimento: @DaniloNC
  71. David Sopas (PT): @dsopas
  72. David Sopas (PT): @unsecurity
  73. Dennis Fernandes: @DennisFernandes
  74. Denny Roger: @dennyroger
  75. Denyson Machado: @machadoden
  76. Derneval Cunha: @curupira
  77. Dimitri Abreu: @dimitriabreu
  78. Diogo Adams: @DiogoAdams
  79. Diogo Fernandes: @diogo_fernandes
  80. Eder Souza: @ederapsouza
  81. Edison Figueira Jr.: @efjgrub
  82. Edison Fontes: @edisonfontes
  83. Edmilson Santos: @ednsantos
  84. Edson Kowask: @kowask
  85. Edu Godinho: @egodinho
  86. Eduardo Alves: @edu_alves_silva
  87. Eduardo Fedorowicz: @fedorowicz
  88. Eduardo Moreira: @dududarksec
  89. Eduardo Serrano Neves: @_eth0_
  90. Eduardo Spina: @eduspina
  91. Eduardo V. C. Neves: @evcneves
  92. Elbert Cirino: @elbertcirino
  93. Emerson Beneton: @Emersonjb
  94. Emerson Wendt: @emersonwendt
  95. Enrique Santos: @enry_
  96. Erasmo Guimarães: @erasmoguimaraes
  97. Erick Tedeschi: @ericktedeschi
  98. Everson Tavares: @IP_FIX
  99. Ewerton Alves: @TrueIT
  100. F.C.Jork: @j0rk
  101. Fabiano Matias: @Bhior
  102. Fabiano Paixão: @fabianopaixao
  103. Fabio Assolini: @assolini
  104. Fabio Figueiró: @fabiofigueiro
  105. Fábio Juliano Dapper: @fjdapper
  106. Fabio Picoli: @fabio_picoli
  107. Fabio Sales: @fsales
  108. Fabricio Gimenes: @FabricioGimenes
  109. Fagner Jesus: @fagnerjesus
  110. F3LIP3: @nettfel
  111. Felipe: @fmrsecurity
  112. Felipe Cidade: @felipecidade
  113. Felipe Figueiró: @lipefigueiro
  114. Felipe Nunes Mafra: @fnmafra
  115. Felipe Pena: @felipensp
  116. Felippe Barros: @felippebarros
  117. Fernando Amatte: @famatte
  118. Fernando Carbone: @flcarbone
  119. Fernando De P. B.: @Fernando_De_PB
  120. Fernando Fabro: @orbaff
  121. Fernando Fonseca: @fernandofonseca
  122. Fernando Fontao: @fernandofontao
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  125. Filipe Balestra: @filipebalestra
  126. Filipe Barros: @barros_filipe
  127. Filipe Villar: @filipevillar
  128. Fioravanti Cavallari: @fiocavallari
  129. Francisco Cavalcante: @ch1c4um
  130. Francisco Milagres: @fmilagres
  131. Gabriel Hayduk: @_hayduk
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  175. Jordan Bonagura: @jbonagura
  176. José Antonio Milagre: @periciadigital
  177. José Mariano A. Fº (Delegado): @Digital_Crimes
  178. Jose Vicente Filho (ZV!!!): @jvcmf
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  182. Julio Carvalho: @julioboris
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  184. Julio Cesar Gomes: @JulioGomes
  185. Julio Della Flora: @jcldf
  186. Júnior Moraes: @juniiorfx
  187. Kenji Utsumi: @kenjisam
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  189. Larissa Prado: @pradolarissa
  190. Leandro Alencar: @lalencar
  191. Leandro Bennaton: @bennaton
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  193. Leandro Galafassi: @LGalafassi
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  198. Leonardo Goldin: @goldim
  199. Leonardo R. Botelho: @b0telh0
  200. Leônidas Sousa: @leonidasfs
  201. Lincoln Werneck: @lincolnwerneck
  202. Lucas Donato: @lucasdonato
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  206. Luciano Domingues: @luckdomingues
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  208. Luis Rabello: @luisrabello
  209. Luiz Alberto: @luiz_alberto_rj
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  224. Marcelo Lopes: @marcelopes
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  227. Marcello Mezzanotti: @mmezzanotti
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  229. Marcio Luiz Silva Sa: @marciolss
  230. Marco Albino: @marcoalbino
  231. Marco Botelho: @botelho
  232. Marco Dutra: @mvdutra
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  234. Marcos Bruno @mgsbruno
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  236. Marcos Kamada: @mkamada
  237. Marcos Semola: @Semola
  238. Marcos Tupinambá: @mtupi
  239. Maria Tereza Aarão (a Teca!): @mtaarao
  240. Mário Magalhães (Portugal): @mariosweb
  241. Mario Peixoto: @mariopintaudi
  242. Marlon Borba: @mborbanovo
  243. Marlon Dias: @marlon_net
  244. Mauricio Corrêa: @mauriciopcorrea
  245. Mauro Gularte Jr: @M_Gularte
  246. Maycon Maia Vitali: @mayconmaia
  247. Michel Pereira: @michelpereira
  248. Miguel Almeida (PT): @mjnalmeida
  249. Moacir da Silva: @Moaacirr
  250. Monica Yoshida: @monicaby
  251. Montanaro: @y0z
  252. Nailton Portela: @nailtonportela
  253. Nelson Biagio Junior: @Nelsonb
  254. Nelson Brito: @nbrito
  255. Nelson Murilo: @nelsonmurilo
  256. Nelson Novaes: @nnovaes
  257. Neriberto Caetano: @neriberto
  258. Omar Kaminski: @internetlegal
  259. Oscar: @f117usbr
  260. Pamela Carvalho: @PAMpararamPAMPA
  261. Paolo Oliveira: @paoloo
  262. Patrícia L. Quintão: @pquintao
  263. Paulo Barreto: @pbarreto
  264. Paulo CastroNeves: @phcneves
  265. Paulo Dantas: @paserd
  266. Paulo Pagliusi: @ppagliusi
  267. Paulo Renato: @PRenato
  268. Paulo Roberto Runge: @paulorunge
  269. Paulo Sá Elias: @psael
  270. Paulo Teixeira: @paulort
  271. Paulo Vianna: @pvianna
  272. Pedro Bezerra: @pedro_hbezerra
  273. Pedro Bueno: @besecure
  274. Pedro César: @tecdom
  275. Pedro Ciríaco: @PedroCiriaco
  276. Pedro Drimel: @pdrimel
  277. Pedro H. Matheus: @phmatheuscf
  278. Pedro Luís P Sanchez: @plpsanchez
  279. Pedro Zaniolo: @pedrozaniolo
  280. Peixinho: @ivocarv
  281. Priscila Viana: @prisccaviana
  282. Rafael Brinhosa: @brinhosa
  283. Rafael Hashimoto: @msgdigest
  284. Rafael R. Corrêa: @rrcorrea
  285. Rafael S. Ferreira: @rafaelsferreira
  286. Rafael Santos: @rafaelrenovaci
  287. Rafael Silva: @rfdslabs
  288. Rafael Torres: @_rafaeltorres_
  289. Raffael Gomes Vargas: @raffaelvargas
  290. Ramiro Rodrigues: @ramirodrigues
  291. Rangel Rodrigues: @rangelsk8
  292. Ranieri Romera: @rromera
  293. Raphael Cerdeira: @RaphaelCerdeira
  294. Raphael Prudencio: @rsprudencio
  295. Raquel Gatto: @RaquelGatto
  296. Regilberto Girão: @cibercrime
  297. Regina Tupinambá: @rtupinamba
  298. Reginaldo Rizato: @rarizato
  299. Reginaldo Sarraf: @rsarraf_br
  300. Reinaldo de Medeiros: @ReiMedeiros
  301. Renato Andalik: @andalik
  302. Renato Fernandes: @NoFX_SBC
  303. Renato Opice Blum: @Opiceblum
  304. Renato Tocaxelli: @Tocaxelli
  305. Rêner Alberto: @Gr1nch_DcLabs
  306. Ricardo Amaral: @ricardosecurity
  307. Ricardo Castro: @profrcastro
  308. Ricardo Giorgi: @ricseclx
  309. Ricardo Makino: @rnmakino
  310. Roberto Soares: @espreto
  311. Robson Christiano: @robsonchris
  312. Rodolfo Nützmann: @rnutzmann
  313. Rodrigo Antão: @rodrigoantao
  314. Rodrigo Branco: @bsdaemon
  315. Rodrigo Carvalho: @_TheFixer
  316. Rodrigo Duarte: @rcaldasmd
  317. Rodrigo Jorge: @rodrigojorge
  318. Rodrigo Magdalena: @rmagdalena
  319. Rodrigo Montoro(Sp0oKeR): @spookerlabs
  320. Rodrigo P. Garcia: @rodrigo_pgarcia
  321. Rogerio Caixeta: @RogerioCaixeta
  322. Rogerio Kaza: @rckasa
  323. Rômulo Rocha: @romrocha
  324. Ronaldo Vasconcelos: @ronaldotcom
  325. Roney Médice: @roneymedice
  326. Rony Vainzof: @RonyVainzof
  327. Rubens Kuhl: @_rubensk
  328. Samuel Oliveira: @olivsam
  329. Sandra Vilela: @SanVilela
  330. Sandro Süffert: @suffert
  331. Sergio Dias: @stdiasp
  332. Sergio Ricupero: @sergioricupero
  333. Silas Martins: @Silasjr
  334. Silvio Reis Júnior: @sreisjr
  335. sp4wnr0ot: @sp4wnr0ot
  336. Tatiana Xavier: @tatiana_xavier
  337. Tito de Morais (PT): @TMorais
  338. Thiago Bordini: @tbordini
  339. Thiago Caixeta: @tfgcaixeta
  340. Thiago Galvão: @ThiagoGalvaobr
  341. Thiago Marques: @thiagoolmarques
  342. Thiago Martins: @ts_martins
  343. Thiago Nascimento: @palmitu
  344. Thiago Pereira: @Thiago_Costa_
  345. Thiago Prado: @tdprado
  346. Thiago Zaninotti: @zaninotti
  347. Thompson Veras: @tpveras
  348. Tiago Ferreira: @_TiagoFerreira_
  349. Toni: @tonispbr
  350. Tony Rodrigues: @OctaneLabs
  351. Tulio Alvarez: @tulio_alvarez
  352. Uelinton Santos: @uelintons
  353. Ulisses Campos: @ulissescampos
  354. Ulisses Castro: @usscastro
  355. Vanessa Padua: @vpadua
  356. Victor Batista: @Victor_Batista
  357. Victor Bonomi: @victorbonomi
  358. Victor Hugo Assunção: @victorhugopa
  359. Vinícius K-Max: @viniciuskmax
  360. Vinicius R Cosso: @cossovinicius
  361. Vitor Pereira: @vpereira
  362. Vladimir Amarante: @vamarante
  363. Vladimir M Serra: @vladimirmaciel
  364. Wagner Elias: @welias
  365. Weber Ress: @WeberRess
  366. Welkson Renny: @welkson
  367. Wellington Nouga: @n0ug4
  368. Willian Caprino: @wcaprino
  369. William S Telles: @billtelles
  370. Yuri Diogenes: @yuridiogenes
  371. Yuri Yokoyama: @Inn3rSelf

Entidades, empresas ou publicações (ezines, podcasts, etc) na área

  1. 5 Minutos de Segurança: @5minseg
  2. Academia Hacker: @academiahack
  3. Aker Security: @akersecurity
  4. BitDefender Brasil: @BitDefenderBr
  5. Blog SegInfo: @SegInfo
  6. BR Connection: @BRconnection
  7. Brasil SEC: @brasilsec
  8. BRconnection Security Labs: @brclabs
  9. Broadcast Security: @broadcastlabs
  10. CamSec: @camsec (encontro periódico dos profissionais de segurança da região de Campinas)
  11. CAIS: @cais_rnp
  12. CERT-IPN (PT): @certipn
  13. CERT.br: @certbr
  14. Clavis Security: @ClavisSecurity
  15. Cloud Security Alliance Brasil: @csabr
  16. CNASI: @CNASI
  17. Computação Forense: @computer4en6
  18. Conviso IT Security: @conviso
  19. CP Sec: @cp_sec (encontro periódico dos profissionais de Cornélio Procópio, PR)
  20. Crimes Cibernéticos: @crimescibernet
  21. Crimes Cibernéticos: @Cyb3rCrimes
  22. CSA Brasil: @csabr
  23. DARYUS Consulting: @DARYUSBR
  24. Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (DRCI RS): @DRCI_RS
  25. Dia Internet Segura: @SID_BR
  26. Direito Eletrônico: @direletronico
  27. DSIC (Departamento de Segurança da Informação e Comunicações): @DSIC_BR
  28. Dynsec Labs: @dynsec
  29. Firebits (Backtrack Brasil): @backtrackbrasil
  30. FLIPSIDE Brasil: @flipside_scp_br
  31. Forum Invaders: @foruminvaders
  32. Garoa Hacker Clube: @garoahc
  33. G1 Segurança: @g1seguranca
  34. Global Risk Meeting: @grmeeting
  35. GRC Meeting: @GRCMeeting
  36. GRC Professional: @GRCProfessional
  37. H2HC conference: @h2hconference
  38. HackerSPace: @hackerspaceSP (rebatizado de @garoahc)
  39. HCF Brasil: @hcfbr
  40. I sh0t the sheriff: @istspodcast
  41. IBDI: @ibdi
  42. ICCYBER: @ICCYBER
  43. IDETI: @IDETI
  44. IDG Now! Segurança: @idgnowseguranca
  45. Infosec Council: @infosec_council
  46. Infosec.ONline.pt: @infoseconlinept
  47. ISACA Brasil: @isacabrazil
  48. ISACA Brasília: @ISACA_Brasilia
  49. ISSA Brasil: @issabrasil
  50. IT Security Brazil: @securitybr
  51. ITversa Security: @itversa
  52. Kaspersky Brasil: @Kasperskybrasil
  53. Linha defensiva: @linhadefensiva
  54. LondrinaSec: @londrinasec
  55. MalwarePatrol: @MalwarePatrol
  56. Modulo Education: @moduloeducation
  57. Modulo GRC: @modulogrc e @Modulo_GRC
  58. Net Segura Brasil: @net_segura
  59. Norton Brasil: @nortonbrasil
  60. NStalker: @nstalker
  61. onius.com.br: @oniuscombr
  62. Organização SBSEG2010: @sbseg2010
  63. OWASP AppSec Brasil: @owaspappsecbr
  64. Para sua Segurança: @PSSPodcast
  65. PoaSec: @PoaSec_org (encontro dos profissionais de Segurança de Porto Alegre)
  66. Portal GRC-TI: @grcti
  67. Pós-Graduação em GTSI (Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação) da FIT: @GTSIBR
  68. PPP ADVOGADOS: @patriciapeckadv
  69. Proteção de Dados: @protecaodedados
  70. Rio SDI: @RioSDI (encontro dos profissionais de SI cariocas)
  71. RISE Security: @risesecurity
  72. Risk Report: @riskreport
  73. SaferNet Brasil: @safernet
  74. SafeTI: @SafeTI_JF
  75. SampaSec: @SampaSec
  76. SecureBrasil: @SecureBrasil
  77. Segurança da Info (Cardoso de Moraes Consultores): @infosegura
  78. Site Blindado: @siteblindado
  79. SSASec: @SSASec
  80. Stay Safe Podcast: @staysafepodcast
  81. Sucuri Security: @sucuri_security
  82. TechBiz Forense: @techbiz_forense
  83. Tempest Security: @tempest_sec
  84. Teknobank: @teknobank
  85. The Bug! Magazine: @thebugzine
  86. ThreatPost Brasil: @TP_BR
  87. TI Safe: @tisafe
  88. Trend Micro Brasil: @TrendMicroBR
  89. Unsecurity _info (PT): @unsecurity
  90. VitoriaSec: @VitoriaSec
  91. Web Security Forum: @websecforum
  92. YSTS: @ystscon
Maiores informações em:
http://anchisesbr.blogspot.com/2010/01/seguranca-72-perfis-de-profissionais-de.html

 

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