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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

GoLISMERO - Simplificando suas auditorias Webs

O que é GoLISMERO?
GoLISMERO é uma web spider capaz de detectar as vulnerabilidades e os resultados formados, muito útil quando se inicia uma auditoria web.

Para que serve?
GoLISMERO pretende ser um primeiro passo ao iniciar uma auditoria de segurança web.

Características
  • Mapear uma aplicação web.
  • Mostrar todos os links e params formas como formato confortável.
  • Salvar os resultados com alguns formatos: texto, cvs, html, raw(para analisar com bash script) e wfuzz scripts.
  • Detectar vulnerabilidades comuns de aplicação web.
  • Informações web filtro retendo apenas o que é importante.
  • Muitos outros recursos que você pode encontrar muito útil.

Toda vez que enfrentamos uma nova URL, não seria ótimo ter fácil e rápida todos os links, formulários com parâmetros, para detectar possíveis URL vulnerável, além de ser apresentada de forma que nos dá uma idéia de todos os pontos de entrada onde poderíamos lançar ataques? GoLISMERO nos permite fazer tudo isto.
Pagina do autor: http://www.iniqua.com

Aprendendo com exemplos
Abaixo estão alguns exemplos e estudos de caso, que são a melhor maneira de aprender a usar uma ferramenta de segurança.

Ficando todos os links e as formas de uma web, com todos os seus parâmetros, formato estendido:

GoLISMERO.py –t google.com

Mostra todos os links em modo compacto, e colorido as output(saída):
GoLISMERO.py –c –m –t google.com

Mostra apenas os links. Remover css, javascript, imagens e e-mails:
GoLISMERO.py --no-css--no-script --no-images --no-mail –c –A links –m –t google.com

Ou de uma forma reduzida:
GoLISMERO.py –na –c –A links –m –t google.com
Remover apenas os links que têm parâmetros, e siga redirecionamentos(HTTP 302), e os resultados de exportação em HTML:
GoLISMERO.py –c –A links --follow –F html –o results.html –m –t google.com
Gerando sainda em HTML:
Extrair todos os links, procurando URL potencialmente vulneráveis ​​e usar um proxy intermediário para análise. Parâmetros de URLs ou vulneráveis ​​são destacadas em vermelho.
GoLISMERO.py –c –A links --follow -na –x –m –t terra.com
Veja o resultado com o ZAP Proxy:

Baixar: https://code.google.com/p/golismero/downloads/list

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

HconSTF - Hcon Security Testing Framework [Fire Base & Aqua base]


São duas ótimas ferramentas para profissionais de segurança, modificadas em dois navegadores, no Firefox(fire base) e no Chromium(aqua base).

Hcon Security Testing Framework "Fire Base"


O que ele pode fazer?
A maior parte do HconSTF é semi-automatizado, mas você ainda precisa de seu cérebro para trabalhar com isso.
Ele pode ser usado no desenvolvimento web/depuração(debugging) e todas as fases de testes de segurança de TI, tem ferramentas para
1. coleta de informações
2. Enumeração & Reconnaissance
3. A avaliação da vulnerabilidade
4. exploração
5. Escalação de privilégios
6. Reportagem

Info versão:
Versão atual: 0.3
Tipo: portátil (não precisa instalar, executado a partir de pendrive ou qualquer cartão de memória)
Plataforma: Windows XP, Vista, 7

Termos de uso:
Ao utilizar este software você concordou com os termos de uso deste software
Devido à natureza do software, se for utilizado em qualquer atividade ilegal ou crime cibernético, em seguida, o autor do software ou o site não é responsável em qualquer condição.
você, como usuário deste software é responsável por seus atos.

Baixar: http://www.hcon.in/downloads.html

Hcon Security Testing Framework "Aqua base"



Epecificação:

1. Com base em fonte de Chromium Source (iron build) versão 14
2. mais seguro e rastreamento gratuito do Google Chromium
3. Mais de 100 ferramentas de integração com interface de uso muito fácil
4. sugestões contribuíram fortemente, sendo modificadas por pentesters profissionais, desenvolvedores web, pesquisadores de segurança
5. Livre e de código aberto
6. Totalmente portátil (não precisa instalar), você pode carregá-lo na sua usb cartão de memória, etc,
7. Funciona em todas as janelas incluindo janelas - XP, Vista, 7

neste projeto chrome OS, todos os ícones usados ​​são de propriedade de seus detentores dos direitos autorais.
apenas o logotipo da HconSTF (ícone) é propriedade da Mistry Ashish sob o nome de HCON.

Baixar: http://www.hcon.in/downloads.html

Quer contribuir?
1. Se você é um bom javascript, HTML, XML desenvolvedor
2. designer gráfico
3. se você pode fazer os primeiros testes
4. Se você tiver quaisquer idéias, sugestões para melhorar HconSTF
contate:
http://www.hcon.in/contact-us.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

ExploitPack 1.1 - Framework de Exploits


Exploit Pack é uma ferramenta de segurança open source e vem para preencher uma necessidade, uma estrutura para auxiliar escritores e pesquisadores de segurança, com uma licença GPL e Python como motor de seus módulos. Também é baseado em Java e SWT para cair na real multi-plataforma. Licença GPL é usado para todo o projeto e, assim, garantir que o código será sempre livre.

Exploit Pack tentar garante a preencher as necessidades que um desenvolvedor de exploit ou especialista em segurança tem diariamente. E vai ajudá-lo quando você tem que testar a segurança do seu computador ou servidores.




Microsoft Windows 64

Windows XP, 2003, Vista, 2008 & 7 :
ExploitPack – 1.1 win64.exe – Binary win64
MD5Sum: d922dafa82c7afbf71abd7301aeedbd1

GNU/Linux
Debian, Redhat, Ubuntu 2.6 :
ExploitPack-1.1-i386.tar.gz – Source

 MAC OS X
Mac OS X (10.4, 10.5 and 10.6) :
ExploitPack-1.1-i386.bzip – Source

 Free BSD
FreeBSD 7 & 8 :
ExploitPack-1.1-i386.tar.gz – Source

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Hacker cria monitor contra bisbilhoteiros


Com um monitor velho, um óculos 3D e alguma habilidade, você pode construir um monitor cujo conteúdo da tela só pode ser visto por você. O sistema foi desenvolvido para usuários que querem privacidade máxima ao trabalhar no computador, e se destaca por ser um sistema "caseiro" e de baixo custo.
O site Instructables publicou o passo-a-passo da montagem do sistema, incluindo um arquivo em PDF, para incentivar aqueles que querem arriscar a construir um modelo semelhante em casa. O monitor é uma criação do modder dimovi, um engenheiro elétrico que resolveu criar o inusitado produto pelo simples fato que não queria que seus colegas de trabalho tivessem acesso ao conteúdo do seu computador. E como proteções de senha não surtiam mais efeito, ele adotou uma decisão "radical".

Para chegar ao resultado desejado, dimovi utilizou um velho monitor LCD, óculos 3D que são utilizados em cinemas (ou velhos óculos de sol modificados), um diluente (acetona, terebintina, acetato de metila ou acetato de etila), uma máquina de corte a laser (segundo o próprio modder, esse item é dispensável; basta ter uma mão firme e uma boa faca na hora de cortar), uma chave de fenda, uma broca, toalhas de papel e supercola. Ou seja, todos os itens podem ser encontrados com certa facilidade por qualquer pessoa.

O resultado é, no mínimo, muito interessante. Para qualquer pessoa que não está usando o óculos 3D, o monitor exibe uma tela em cinza, como se fosse uma tela inativa, ou desconectada do computador. Porém, para o usuário que estiver com o óculos 3D, todas as informações são exibidas claramente. O resultado é possível basicamente por causa da ação do solvente na tela do monitor, que torna tudo cinza aos olhos dos outros, e da polarização dos óculos 3D com a frequência de exibição do monitor. Confira o vídeo que mostra o projeto em funcionamento.

Via Instructables

domingo, 30 de outubro de 2011

Linux Mint 11


O objetivo do Linux Mint é produzir um moderno sistema operacional elegante e confortável, que é poderoso e fácil de usar.
Iniciado em 2006, Linux Mint é agora o quarto sistema operacional mais utilizado em casa atrás de Microsoft Windows, Apple Mac OS e Ubuntu da Canonical.
Algumas das razões para o sucesso do Linux Mint são:
  •      Ele trabalha fora da caixa, com suporte multimídia completo e é extremamente fácil de usar.
  •      É tanto livre de custos e de código aberto.
  •      É conduzido pela comunidade. Usuários são encorajados a enviar um feedback ao projeto de modo que suas idéias podem ser usados ​​para melhorar Mint Linux.
  •      Baseado em Debian e Ubuntu, que fornece cerca de 30 mil pacotes e um dos melhores gerentes de software.
  •      É seguro e confiável. Graças a uma abordagem conservadora para atualizações de software, um Update Manager única e da robustez de sua arquitetura Linux, Linux Mint requer muito pouca manutenção (sem regressões, sem antivírus, sem anti-spyware ... etc).
A ultima versão e a 11, ainda podemos escolher entre as versão baseadas em Debian ou Ubuntu( Ambiente gráficos Gnome, LXDE ou Xfce):

Linux Mint 11 “Katya” released!
Linux Mint 11 LXDE released!
Linux Mint Debian 201109 (Gnome & Xfce) released! A escolhido por mim porque é rolling release.

Conheça a comunidade:
http://linuxmint.com/ EN
http://www.linuxmint.com.br BR

Screenshots: http://www.linuxmint.com/screenshots.php

Historia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_Mint
http://en.wikipedia.org/wiki/Linux_Mint

sábado, 29 de outubro de 2011

Blog "Coruja de TI" foi invadido

O blog foi invadido pelo grupo "PR0J3KT M4YH3M BR4Z1L", com protesto extremamente agressivos.



Mensagem deixada pelo grupo:

O C1RCO DA S3GUR4NÇA DA 1NFORM4ÇÃ0 T3M UM NOVO P4LH4Ç0: GUSTAVO “CORUJA DE TI” LIMA.
PARABÉNS, CORUJITO DA SHE-HA, VOCÊ CONSEGUIU APARECER COMO QUERIA, POSAR DE EXPERT MAS
AGORA É A HORA DE A COMUNIDADE UNDERGROUND DAR UM BASTA NISSO.

D3sd3 0 an0 p4ss4d0 quE o Coruja de TI f0i d3t3cTad0 no r4dAr do i sh0t the white hat.
Text0s EsTúPid0s c0piad0s de diV3rS0s bl0gS, Event0 d3 seGuraNÇ4 c0M paLeSTr4s m4is VeLh4S
d0 Que MinH4 aVó e Um4 aRRgoGânCia d3 d4r invEj4 4 um r0ckStaR. Gustavo Lima É Um Gr4nD3
chaRlaTão quE c0nSeGuIU o Feit0 d3 t0m4r 0 LuGaR do Denny Roger n0 CenÁrio br4sil3ir0.
Gustavo Corujito, DiG4 p4rA nóS o qu3 v0cê jÁ f3z d3 relEvanTe p4rA s3 acHar T4nt0 aSsiM?
Quant0s p3nt3stS jÁ f3z? Quant0s 3xpLoiTs jÁ esCr3v3u? Quant0s 0d4ys já enContrOu? Quais sã0
os s3us sk1lls, alÉm d4 eNGenHaR1a s0ci4l d3 b4b4Cas quE tE dã0 0uviD0s? B3Ber CerVejA c0m
AlGuns N0mEs F4m0Sinh0s do CenÁRio brasIleiR0 nã0 t3 f4zEm EspEciaLiSta, e Sim Um Puxa-Sac0
Qu3 Caiu De Para-quedas QueR3nd0 ApaR3c3r.

CopiAr a CamiSa do YSTS É fei0. Copiar CFP d3 0utr0s eVenT0s tamBém. IssO pr0v4 quE você é
um V3rm3 quE dEve Ser EsM4g4dO com T0d4 a ForÇa e os 0Days qu3 o Undergr0uND Tem.

VOCÊ FAZ UM EVENTO CHAMADO “WEBSECFORUM” E NÃO CONSEGUE CONFIGURAR DIREITO O PRÓPRIO WORDPRESS? QUE IRONIA!!!!
E ANTES QUE VOCÊ VENHA COM ENGENHARIA SOCIAL PRA SE SAIR DESSA SAIA JUSTA, VOCÊ FOI HACKEADO
PORQUE É INCOMPETENTE, A FALHA FOI SUA!

*** V3M0S VOCÊ NO PRÓXIM0 R3L34S3 D4 ZIN3 ISTWH5.TXT N0 Y0U SH0T THE SHERIFF! ***

i sh0t the white hat / pr0j3kt m4yh3m br4z1l
rm -rf /whitehats —— take back the underground

P0esi4 d0 p03t4 Hacker Cracker pAR4 0 Coruja de TI:

Não podemos parar, sem nós o mercado apodrece
A escória de sempre estrelada por novos palhaços
O conforto da inercia acomodando os charlatões facistas
Os novos filhos da puta junto com os filhos da puta de sempre
Raça de medíocres escondendo-se atrás de títulos de merda
Estupidez chamda CISSP travestida de necessidade
Os valores voltam a se inverter…
A cena ajoelha-se diante da midia estupida
A rede escorre o lixo bytificados
Para vocês “pau no cu” que usam nossa ausência como consolo
Nós nunca paramos…
Vocês não aprendem…
A semente foi plantada
E é fermentada por suas falácias…
O único caminho é o caos
Somos a cura para as suas doenças
O recado esta dado..
ISTWH never stay away
We never sleep
You are the next
The new revolution is now ahead

Corujita,
Enfie uma dentadura no cu e va rir para o caralho
Esteja ciente da sua insignificância
Ajoelhe-se diante do underground


Log: http://pastebin.com/G7Wv8pwh

Alguns bônus sobre o grupo:
http://0fx66.com/files/zines/istwh/
http://www.exploit-db.com/author/?a=2463
http://ftp.sliim-projects.eu/milworm/244

Esse artigo publicado pelo meu bhother







Relatório:



domingo, 25 de setembro de 2011

Removendo rastros de uma invasão


Um micro pode armazenar muitos tipos de pistas, e tipos de ataques, então, como entrar em um micro e sair sem deixar pistas?
Existem muitos tipos de ferramentas como backdoors, sniffers, logs e outros serviços. Existem algumas coisa a serem consideradas, como criar um usuário e saber se o user tem privilégios suficientes, e saber como deletar esse user...
Muitos são  limitados apenas a destruir o access_log do apache, a webshell, o backdoor e a raiz do exploit.
Existem muitas ferramentas que prometem remover todos os vestígios, mas isso não e verdade. Isso e não para ser um guia perfeito e sim da um ênfase a essa etapa, um orientação de para um serviço perfeito.
Vou deixar os credito ao overload, vamos a uma visão geral dos mais usados:

1° Destruição do sistema
* Quando perceber que não ha mais alternativas.
Desative o login, isso causa estragos de tal forma que pode causa uma destruição total ou parcial, aqui estão alguns comandos mais usados:

rm /etc/passwd
rm /etc/shadow
rm /bin/login
rm /bin/rm
rm /etc/inetd.conf
killall login


2° Captura e remoção do log de acesso do Apache.
* Isso somente seria viável se o ataque fosse apenas no site usando uma webshell. Ele pode ser removido ou editado, tome cuidado para não deixar nada errado.
Diretórios mais comuns que armazenam os dados:

apache/logs/error.log
apache/logs/access.log
apache/logs/error.log
apache/logs/access.log
apache/logs/error.log
apache/logs/access.log
etc/httpd/logs/acces_log
etc/httpd/logs/acces.log
etc/httpd/logs/error_log
etc/httpd/logs/error.log
var/www/logs/access_log
var/www/logs/access.log
usr/local/apache/logs/access_log
usr/local/apache/logs/access.log
var/log/apache/access_log
var/log/apache2/access_log
var/log/apache/access.log
var/log/apache2/access.log
var/log/access_log
var/log/access.log
var/www/logs/error_log
var/www/logs/error.log
usr/local/apache/logs/error_log
usr/local/apache/logs/error.log
var/log/apache/error_log
var/log/apache2/error_log
var/log/apache/error.log
var/log/apache2/error.log
var/log/error_log
var/log/error.log
var/log/access_log
var/log/access_log


3° Eliminar o Bash history.
* Muitos se esquecem dele.
* E muitos simples edita-lo ou elimina-lo, o arquivo e .bash_history ou .sh_history
* Isso somente e para ser feito antes de sair.

4° Removendo os rastros de exploits, sniffers, webshells e etc...
* E sempre bom ter um root explit em mãos...

5° Tenha cuidados com as mudanças no sistema.
* Essa e uma parte importantes, se você fez alterações no sistema e for pego, a pena e mais grave dependendo do pais que foi feito a invasão do website.

6° Cuidado com os backdoors.
* Em um curto espaço de tempo, ele pode passar despercebido, mas pode se encontrado. 

7° Remove todas as contas criados, principalmente se você for ROOT.
* Não e suficiente para remover permissões de shell (/sh/false)

8° Você deve ter atenção, para não ter alguém conectado no sistema.

* Ter alguém conectado pode ser muito perigoso, você pode ser rastreado e capturado facilmente.

9° Desconfie de tudo, a melhor solução e sigilo absoluto.
* Não e o que acontece com a maioria, eles gostam de se gabar do feito, sem leve em conta que isso poderia leva alguém a espiona-lo.
* Lembre-se que não existe proxy 100% seguro.

10° Tome cuidado com o syslog.
* As vezes pode ser mais complexo do que o normal se livrar das alterações feita nele.

11° Alguns comandos interessantes.
* Who - Lista usuários ativos.
* last - Login do ultimo usuário.
* ps - Lista os processos ativos
* lastcom/hostory - Mostra os comandos digitados por um determinado usuário.

12° Arquivos perigosos.
* utmp - Grava um registro(log) dos usuários que estão usando o sistema enquanto estiverem conectados a ele. ele se encontra no diretório /var/adm/utmp e /etc/utmp
* wtmp - Grava um registro de cada vez que um usuário entra no sistema, ou sair do sistema.
* lastlog - Grava um registro exato de quando o usuário entrou pela ultima vez.
* acct ou pacct - Registra todos os comandos executados por cada usuário(mas não grava os argumentos para estes comandos executados).

sábado, 23 de julho de 2011

Conceito básicos para um teste de penetração


O teste de penetração é um método que avalia a segurança de um sistema de computador ou de uma rede, simulando um ataque de uma fonte maliciosa. O processo envolve uma análise nas atividades do sistema, que envolvem a busca de alguma vulnerabilidade em potencial que possa ser resultado de uma má configuração do sistema, falhas em hardwares/softwares desconhecidas, deficiência no sistema operacional ou técnicas contramedidas. Todas as análises submetidas pelos testes escolhidos são apresentadas no sistema, junto com uma avaliação do seu impacto e muitas vezes com uma proposta de resolução ou de uma solução técnica.
Índice

    1 Objetivo
    2 Testes caixa branca vs. caixa preta
    3 Sua aplicação
    4 Ver também
    5 Referências



Objetivo

O objetivo do teste de penetração é determinar a viabilidade de uma ataque e mensurar o seu impacto, caso seja bem sucedido se descoberto. Ele age como um componente na auditoria de segurança.


Testes caixa branca vs. caixa preta

Os testes de penetração podem ser realizados de várias maneiras. A diferença mais comum é a quantidade de detalhes da implementação do sistema a ser testado, que estão disponíveis para os testadores.

O teste da caixa preta assume que não existe qualquer conhecimento prévio da infra-estrutura a ser testada. Sendo que o primeiro teste deve determinar a localização e extensão dos sistemas antes de iniciar a análise.

O teste da caixa branca assume que o testador possui total conhecimento da infra-estrutura a ser testada, incluindo o diagrama da rede, endereçamento IP e qualquer informação complementar.

Teste de caixa preta simulam um ataque de alguém que esteja familiarizado com o sistema, enquanto um teste de caixa branca simula o que pode acontecer durante o expediente de um trabalho ou depois de um "vazamento" de informações, em que o invasor tenha acesso ao código fonte, esquemas de rede e, possivelmente, até mesmo de algumas senhas.


Sua aplicação
Os serviços oferecidos por empresas contratadas para usar o teste de penetração, podem ser uma simples varredura na organização dos endereços IP, abrir/fechar portas ou fazer uma auditoria completa no escopo da rede em busca de vulnerabilidade.

Visão geral

Esse tipo de teste analisa o sistema para qualquer tipo de vulnerabilidade em potencial, explorando vulnerabilidades causados por sistema fracos, mau configurados ou com deficiência operacional. Todos os problema encontrados devem ser reportados ao prestador do serviço.
Para o pessoal que esta ingressando na área, isso artigo e um bom começo, vou agradecer ao pessoal do binushacker.net por informações, mas a frente disponibilizo alguns modelos de relatórios que eu possuo.



Conceitos para os testes:    
 











Etapas Objetivo Técnicas Ferramentas
1 Coletando informações (Footprinting) range de endereços, namespace, informações Sites de busca, whois, DNS zone transferência whois, host, usenet, edgar db, dig, nslookup, samspade, google
2 Impressão digital (Fingerprinting) identificação de serviços, pontos de entrada varredura de ping, TCP/UDP scan, Detecção de OS, netBIOS, SNMP, VPN nmap, unicornscan, paketto, queso, siphon, scanline, cheops-ng, nbtscan, snmpwalk, ike-scan
3 Enumeração identificação de contas de usuário válido, pastas mal protegidas contas da lista de usuários, pastas, banner grabbing dumpsec, sid enum, nat, legion, dcetest, rpcinfo, showmount, netcat, telnet
4 Ganhando acesso Reunidos dados suficientes, tendo acesso ao sistema/rede password eavesdropping, brute force (força bruta) tcpdump, nat, legion, tftp, pwdump, ttdb, bind, IIS .HTR/ISM.DLL, dsniff, ettercap, hydra, brutus-aet2
5 Escalação de privilégios conseguir acesso ao administrador, obter controle completo (root/admin) quebra de senha(password cracking), exploits conhecidos rainbow crack, ophcrack, john the ripper, ophcrack, l0phtcrack, local exploits
6 Furtando dados Consegui acesso ao sistema/rede avaliar confia, procure senhas em texto rhosts, hosts, lsa secrets, user data, config files, registry, scripts, services
7 Cobrindo rastros concluir propriedade de sistema, escondendo intrusão limpando os logs, escondendo ferramentas logcleaner-ng, winzapper, rootkits, file streaming
8 Backdooring configurando backdoors para recuperar o acesso privilegiado criar usuário, lotes de cronograma, infectar arquivos de inicialização, trojanisation, controle remoto cron, at, rc, netcat, keystroke loggers, fpnwclnt.dll, tini, adore, vnc, bo2k
9 Negação de Serviço tornar recursos do sistema indisponível, desative o alvo SYN flood, ICMP techniques, SRC/DST-SYN-requests, OOB, DDoS smurf, bonk, jolt, land, nestea, newtear, syndrop, teardrop, winnuke, trinoo, tfn2k, slowloris, loic


Roteiro de um teste de penetração:



Ref:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_de_penetra%C3%A7%C3%A3o
http://remote-execution.blogspot.com/2011/05/metodologias-de-testes-de-penetracao.html

domingo, 10 de julho de 2011

Verificador Online de Vulnerabilidades WEB


Olá pessoal com muito prazer apresento para vocês essa ferramenta nova que estou desenvolvendo para verificação de vulnerabilidades em aplicações WEB.


Ontem estava conversando com o Souza, e tive essa idéia de desenvolver essa ferramenta, porém preciso da ajuda de vocês para informar falsos positivos para poder aperfeiçoá-la ainda mais.


Preciso que os usuários divulguem a ferramenta para toda a web assim podemos ter uma grande lista de relatórios de falsos positivos.


Link: http://compilandoideias.com.br/verificador/verificador.php
Sobre: http://compilandoideias.com.br/verificador/Como-Utilizar.pdf

Feito pelo amigo Marcelo Moraes do http://www.compilandoideias.com.br/

sexta-feira, 8 de julho de 2011

SQL Injection Online


Hoje em dias usamos muito o Pangolin e o Havij para facilitar um pouco nosso trabalho em extrair dados do banco de dados do site, onde os mesmo podem gerar muitos alertas, então, que tal usar uma ferramenta que usa 1000 linhas de cada vez e recupera 10.000 valores em menos de 2 minutos! Uma grande evolução, ainda mais sem deixar vestigios e sem precisar  ser instalada, útil + simples uso + completa.



Para usar a ferramenta SQL INJECTION Values Parser/Dumper:
http://scan.subhashdasyam.com/dumper.php

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sem privilegio no Windows? o que fazer?



Em algumas fases de pentest ou no seu cotidiano, você vai deparar com um Windows e suas inúmeras vulnerabilidades... caso esteja usando o grande metasploit, você ainda encontra alguns scripts meterpreter que ja quebram o galho, mas não em todas as vezes... e no caso que você esteja usando um exploit monolítico? você digita "whoami" e ver que não tem acesso "root/administrador" do sistema... ta com o cmd.exe na tela e de braços cruzado!!! não entre em desespero... vou mostrar a solução.

Usando alguns comando nativos do Windows, pode reverter esse caso fácil.

Adicionando um usuário no sistema:

net user bhior fabiano1337 /add

Criar grupos e/ou atribuir/remover usuários de grupos específicos:

net localgroup

Adicionado um usuário como administrador ou qualquer outro grupo descrito com o comando acima.

net localgroup Administrador bhior /add

Modifica a requisitos de senha e logon para todas contas:

net accounts

Exibindo informações de configuração do serviço Estação de Trabalho ou Servidor:

net config [server | workstation]

Visualizando computadores on line na rede com compartilhamento:


net view

Visualizando os diretórios compartilhados no seu micro:

net share

Visualizando as maquinas que estão acessando os diretórios compartilhados:

net use

Exibindo os logs das estação de trabalho ou servidor:

net statistics [server | workstation]

Ajuda com o comando?

net help

Caso o firewall esteja impedindo algum outro processo que você esteja querendo fazer:

netsh firewall set opmode disable

Xeque mate!!!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Hackers to Law: Lei Azeredo pode tornar inviável cultura e pesquisa hacker

Como deveria ser do conhecimento de todos, hackers, ao contrário de crackers, utilizam seus conhecimentos para o aprimoramento da segurança de sistemas, e não invadem sistemas com a intenção danosa. Mas invadem sistemas, fato!

Mas será que o PL 84/1999, a chamada “Lei Azeredo”, alcança esta distinção técnica, ou trata todos como cibercriminosos, como é, aliás, o entendimento de algumas autoridades que se manifestam a respeito? Em maio de 2011, o Projeto 84/1999 teve novo relatório, também pelo (agora Senador) Azeredo, que tentou costurar alguns termos de modo a tornar o projeto “mais aprazível”. Fato é que o mesmo será votado pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, e pode ser aprovado a qualquer momento.

Mas, suprimir “termos polêmicos” da legislação projetada, como o próprio Senador anunciou, significa efetivamente preservar direitos e garantias fundamentais dos cidadãos e pesquisadores de segurança? Vejamos, no decorrer desta análise.

Dentre as principais modificações do relatório, tivemos a remoção dos textos “dispositivos de comunicação” e “rede de computadores” dos tipos penais trazidos, segundo o relator, para “impedir a criminalização de condutas banais”. Mas condutas banais continuam em risco de serem consideradas criminosas.
Três artigos, com profundo impacto nas pesquisas realizadas por profissionais de segurança, serão estudados, abaixo descritos:

Acesso não autorizado a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado

Art. 285-A. Acessar rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização do legítimo titular, quando exigida:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Parágrafo único. Se o agente se vale de nome falso ou da utilização de identidade de terceiros para a prática do crime, a pena é aumentada de sexta parte.

Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação

Art. 285-B. Obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida: 

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Parágrafo único. Se o dado ou informação obtida desautorizadamente é fornecida a terceiros, a pena é aumentada de um terço.

Inserção ou difusão de código malicioso

Art. 163-A. Inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou sistema informatizado.

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Inserção ou difusão de código malicioso seguido de dano

§ 1º Se do crime resulta destruição, inutilização, deterioração, alteração, dificultação do funcionamento, ou funcionamento desautorizado pelo legítimo titular, de dispositivo de comunicação, de rede de computadores, ou de sistema informatizado:

Pena – reclusão, de 2(dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

Bom, para entender quais foram as mudanças nos artigos, apenas os leia sem as expressões “rede de computadores” e “dispositivo de comunicação”. Avançamos realmente em prol de uma legislação lúcida, no que tange às pesquisas de segurança? Receio que não.

Primeiramente, em se tratando do crime previsto no art. 285-A (Acesso não autorizado a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado), o “acesso” continua sendo “não autorizado”, de modo que deixa a cargo do titular do “sistema informatizado” reputar as condições de autorização (que podem não ser tão expressas), como “integrador” da lei penal, o que é um perigo, diante de nítida subjetividade, que pode ensejar manobras maliciosas para prender pesquisadores e profissionais éticos.

Imagine que você, ao invés de acessar um site via browser, utiliza um crawling ou se utiliza do comando “wget” no site; este acesso está se dando a um sistema informatizado (website) e de uma forma não trivial (browsing), logo, você pode ser punido por fazer download do site.

Imagine em um pentest (teste de intrusão), onde via “sql injection” você consegue bypassar o sistema de login do precitado portal, adentrando na área administrativa ou mesmo descobre o arquivo de conexão que lhe permite realizar uma conexão nativa com o banco de dados. Ora se hoje, CSOs na grande maioria, são arredios e se revoltam com “pesquisadorezinhos” que se intrometem em seu trabalho e expõe vulnerabilidades, imaginem, quando eles descobrirem que tais atividades passam a ser criminosas?

Uma simples script em php usando a expressão , concatenado em uma querystring, para gerar um registro no errors.log, que simplesmente te permite a execução do Shell (cmd), e que o pesquisador testou em um sistema, mesmo que não tenha sido contratado, causado dano, indisponibilidade ou copiado informação alguma, apenas para provar o conceito, seria, em tese, acesso indevido a sistema informatizado. Ora, como testar a segurança de um sistema se o acesso é criminoso?

E que nem se argumente que pode-se inserir na redação do tipo a expressão “através de meio fraudulento” e estaria resolvido o problema, sendo que somente crackers seriam pegos. Ledo engano, os hackers utilizam de destreza e técnicas de subversão de sistemas, logo, é fato que adulteram, enganam os sistemas testados. O que difere um cracker de um hacker não são, em regra, as ferramentas ou meios usados, mas a intenção dos agentes.

Alguns podem argumentar que os riscos de injustiças acima expostos não existem, já que a conduta punível deve ser sempre “dolosa”, com intenção, porém, não nos perece crível que um pesquisador de segurança tenha de provar que não tinha intenção fraudulenta ou de obtenção de quaisquer vantagens, tendo de se expor constantemente em face de investigadores, inquéritos, averiguações, dentre outras. O simples fato de comparecer em um “DP” para prestar esclarecimentos, para um pesquisador Hacker, é fato constrangedor ao extremo e pode se intensificar com a aprovação da lei.

Já, em se analisando o artigo 285-B da “Lei Azeredo” (Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação), temos o mesmo problema e pior, com uma conduta passiva do hacker, “obter”, ou seja, alguém que receba por e-mail, skype ou de qualquer forma dados de uma pagina ou aplicação web, banco de dados ou dispositivo informático, poderá incidir no tipo ora previsto. Não bastasse, mais uma vez tem-se um conceito subjetivo, “sem autorização”, que pode ser utilizado por pessoas maliciosas para incriminar inocentes. Um contratante, por exemplo, buscando a rescisão com um pesquisador de segurança, sem pagar-lhe o devido, pode “armar” uma cilada, modificando os termos de acesso ao sistema informatizado, fazendo com que este, inconscientemente, incida na conduta prevista como criminosa.

Alguém que faça ou receba um script e faça um “file include” e que demonstra uma URL vulnerável, e que encaminha as análises para um grupo de pesquisadores, estaria em tese cometendo a conduta criminosa.

Ademais, hackers que participam de listas não estão imunes à atuação de kiddies tolos que por prazer e sem cérebro postam dados de suas “façanhas”. Neste caso, hackers estariam “obtendo” dados de sistemas informatizados sem autorização. Logo, criminosos! Divulgações de pesquisas, repositórios de códigos e provas de conceito podem estar comprometidas, pois darão margem a uma interceptação ampla por parte de vítimas, delegados, promotores, etc.

Já o tipo previsto no art. 163-A, pune aquele que insere ou difunde código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou sistema informatizado (Agora, só “sistema informatizado”). Ora, e quem irá dizer o que é “código malicioso”? É o mesmo que tentar explicar se uma “faca” é um instrumento malicioso! Vocês conhecem o T50? O SqlMap? O Metaexploit? Pois é, exploits, provas de conceito e ferramentas de auditoria estão ameaçadas. E um mero scriptzinho VBS ou viruszinho de macro (Do tipo,“Seu pc está sendo formatado…”), mesmo sem comprovada eficácia do meio, podem ser considerados códigos maliciosos? Quem vai dizer são os operadores da lei, e é aí onde mora o perigo.

Se você apenas injetou o ou executou o exploit, mesmo que não haja dano, pode ser punido pela “inserção”. Se você mandou o link do código (exploit) para alguém, “difusão”, Se você colocou aquelas “aspas simples” em um “textbox” em algum site, (viu algo como “Erro: Incorrect syntax near ”, senha, 0) retorno, tipo, codigo, acessos from usuario where usuario = ”.”) mas o gerente de TI registrou seu IP no access.log e passou para um advogado, cana!

“Onde você estava quando estas aspas simples foram registradas nos logs da vítima? Elas vieram do seu IP! Confesse!”

Bom, e se você instalou um plugin no seu browser para te dar prioridade do tipo “X-Forwarded-For Spoof” e lá colocou um javinha alert e percebeu que dezenas de sites estão vulneráveis a XSS-Crossite (em referrer)? Você estava simplesmente garantindo sua privacidade, esbarrou com falhas, e ainda pode ser indiciado por “inserção” de “código malicioso”! Pode?

Você compra um “Iphone” e instala uma aplicaçãozinha que permite acessar o root do sistema de arquivos ou para desbloquear alguma função. (jailbreak). Pergunto, a Apple autoriza? Você não inseriu código malicioso em sistema informatizado? Crime!

Você gosta de engenharia reversa, usa um “discompiler” ou mesmo um “disassembler”, altera alguma aplicação em hexa, ou muda endereçamentos, inserindo novos códigos no executável, para avaliar sua segurança e comportamento? Você está inserindo código em “sistema informatizado”, crime!
Você acessa seu e-mail através de webmail, após o desligamento da empresa, você percebe que suas credenciais não foram removidas, e realiza um acesso de sua casa para acessar os últimos e-mails remetidos a você. Você está acessando indevidamente sistema informatizado (servidor e-mails) sem autorização! Crime!
São várias as condutas questionáveis!

Por fim, a supressão dos termos “dispositivo de comunicação” e “rede de computadores” dos crimes aqui estudados, alteram algo neste cenário? Apenas limito-me a descrever o conceito de sistema informatizado, mantido pela lei: “qualquer sistema capaz de processar, capturar, armazenar ou transmitir dados eletrônica ou digitalmente ou de forma equivalente” 

A alteração, a nosso ver, em nada altera o cenário, pois o termo sistema informatizado é amplo e não vislumbro, na grande maioria das hipóteses, um dispositivo de comunicação ou rede de computadores (útil), sem um sistema informatizado. Ou seja, se o Senador removeu estes termos, foi por redundância, e não com intenções de “impedir a criminalização de condutas banais”.

Vejamos, se você rodasse um nmap em um IP e verificasse que o mesmo está com a porta do Terminal Server aberta (3389), entrasse e, digitando as credenciais, acessasse o sistema, estaria em tese acessando indevidamente rede de computadores. Se, de outro modo, via wireless, encontrasse um dispositivo móvel fazendo gateway para Internet (via 3g ou gsm) e nele se conectasse, estaria acessando indevidamente um dispositivo de comunicação. O mesmo vale para os inúmeros hotspots liberados ou “liberáveis” (aircrack que o diga…) disponíveis em todo o Brasil, onde seus titulares sequer sabem de tal fato. Acessou rede alheia, aberta, porém sem autorização (aberta por ignorância e não por consentimento), crime!

Removendo agora estes termos (redes de computadores e dispositivos de comunicação, mantendo somente sistemas informatizados), no primeiro caso, em uma interpretação maliciosa, poderiam as autoridades alegarem que o agente acessou o “sistema informatizado” operacional x ou y da vítima, via Terminal Server. No segundo caso, que o agente acessou o “sistema informatizado” android, symbiam, iphoneOS ou qualquer outro sistema da vítima, via wireless. Na terceira hipótese, que acessou o “sistema informatizado” do roteador (firmware) para acesso indevido à rede wireless alheia…

Ou seja, nada mudou, a interpretação de sistema informatizado é, do mesmo modo, ampla!

O mesmo vale para o verbo “obter” previsto no artigo 285-B. Não se obtém dados em redes de computadores e dispositivos de comunicação que não estejam, via de regra, suportados por sistemas informatizados. Pense conosco… Um firmware é sistema informatizado, um aplicativo é sistema informatizado, um utilitário é sistema informatizado, ou inutilitário é sistema informatizado… Acessou a página do LulzSecBrasil com dados da Dilma e Kassab? Criminoso! Você “obteve” os dados sem autorização do titular! Bandido!

Como explicado, não se ambicionou, com o presente, pregar a não necessidade de uma lei de crimes informáticos ou atacar o projeto como um todo (eis que parte dos artigos são válidos e pertinentes, como a proteção de dados pessoais prevista no art. 154-A), mas tão somente demonstrar, especificamente, no que tange à atividade hacker, que esta pode restar inviabilizada caso tais tipos não sejam reformulados, reestudados ou removidos da “Lei Azeredo”.

A manutenção dos tipos penais, tal como se apresentam, constitui em risco para a cultura e pesquisa de segurança da informação, na medida em que colocam “nas mãos” dos titulares de sistemas informatizados e na interpretação de autoridades, questões como a autorização ou não para acesso e envolvendo a intenção (dolo) do hacker suspeito, bem como criminaliza atividades triviais diuturnamente realizadas por pesquisadores, sempre, com as melhores finalidades. Como provar boas intenções neste cenário? Desculpem-me, mas este ônus não deve ser atribuído aos hackers.

Vamos lutar pelo direito da cultura hacker!

sábado, 18 de junho de 2011

Scanner feito com shell de comandos Linux

Fazendo um simples scanner de portas com comandos nativos do Linux, graças ao pessoal do Command Line Kunk Fu e ao Lanmaster, ficou fácil gerar uma sintaxe para esse fim. Usando o shell de comandos em nível de usuário sem o uso de quaisquer ferramentas.

01 - Vamos criar um arquivo chamado "portas.txt" e "ips.txt" com respectivas portas e ips que desejamos scannear. Isso pode ser feito usando qualquer editor de texto.

$ nano portas.txt
21
22
23
80
443

Ctrl o # para salvar
Ctrl x # para sair

$ nano ips.txt
192.168.1.1
192.168.1.5
192.168.1.10
192.168.1.44
192.168.1.50
192.168.1.102

Ctrl o # para salvar
Ctrl x # para sair

02 - Execute o seguinte comando no shell:
for /F "tokens=*" %j in (ips.txt) do @for /F "tokens=*" %i in (portas.txt) do @((echo open %j %i)&
(echo quit)) | ftp 2>&1 | find "host" && @echo %i is open on %j >> resultado.txt


03 - Veja o resultado:
$ cat resultado.txt
22 is open on 192.168.1.1
443 is open on 192.168.1.10
80 is open on 192.168.1.50

23 is open on 192.168.1.102
443 is open on 192.168.1.102

Cada porta aberta leva 30 segundos para ser concluída e as portas fechadas são instantâneos, mas tudo levar uma quantidade significativa de tempo contra um maquina que não esteja online. Conhecida apenas para IPs ao vivo e sondagem de portas interessantes. O método acima só funciona em XP, 2003 e Windows 7, e não Vista. Vista não não reposta suas informações para a saída padrão ou erro padrão, então você não pode chegar aos dados para analisá-lo. No entanto, eu vim acima com uma solução. Use o seguinte comando:

for /F "tokens=*" %j in (ips.txt) do @for /F "tokens=*" %i in (ports.txt) do
@echo %j:%i & ((echo open %j %i)&(echo quit)) | ftp


Você verá algo parecido com isto:
192.168.1.1:22
Connection closed by remote host.
192.168.1.1:80
> ftp: connect :Connection refused
192.168.1.1:443
Connection closed by remote host.
192.168.1.50:22
> ftp: connect :Connection refused
192.168.1.50:80
Connection closed by remote host.
192.168.1.50:443
> ftp: connect :Connection refused


Qualquer momento ele diz "Conexão fechada pelo host remoto." Isso significa que a porta estava aberta e expirou.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ataques ao protocolo ARP (Address Resolution Protocol)

Address Resolution Protocol ou ARP é um protocolo usado para encontrar um endereço da camada de enlace (Ethernet, por exemplo) a partir do endereço da camada de rede (como um endereço IP). O emissor difunde em broadcast um pacote ARP contendo o endereço IP de outro host e espera uma resposta com um endereço MAC respectivo. Cada máquina mantém uma tabela de resolução em cache para reduzir a latência e carga na rede. O ARP permite que o endereço IP seja independente do endereço Ethernet, mas apenas funciona se todos os hosts o suportarem.

O ARP foi implementado em vários tipos de redes; não é uma protocolo restrito a redes IP ou Ethernet e pode ser utilizado para resolver endereços de diferentes protocolos de rede. Porém devido a prevalência de redes IPv4 e Ethernet, ARP é utilizado primordialmente para traduzir Endereço IP para Endereço MAC. Também é utilizado em outras tecnologias de IP sobre LAN, como Token Ring, FDDI ou IEEE 802.11, e para redes IP sobre ATM.

A alternativa para as máquinas que não suportem ARP é um pré-mapeamento (estático) dos endereços.

No protocolo IP de próxima geração, IPv6, a funcionalidade do ARP é provida pelo Neighbor Discovery Protocol (NDP).

Ao processo inverso dá-se o nome de RARP (Reverse ARP).

Na maioria dos sistemas operacionais, como Linux, FreeBSD e outros sistemas operacionais baseados em UNIX, e mesmo incluindo o Windows, o programa "arp" está presente. Este programa pode ser usado para exibir ou modificar as entradas de cache ARP.

Um exemplo de saída do "arp" utilidade seria a seguinte aparência:

Windows:
> arp -a
Interface: 192.168.1.102 --- 0x2
 Enderço IP         Endereço físico        Tip
 192.168.1.101      d5-8d-3c-ce-b0-6b      dinâmico

Linux:
$ arp -na
? (192.168.1.1) at d8:5d:4c:ce:b0:8b [ether] on eth0

FreeBSD:
$ arp -na
? (192.168.1.1) at 00:00:0c:3e:4d:49 on bge0

Funcionamento do protocolo ARP
Consiste no envio de um frame em broadcasting com endereço IP do destino, o qual responde com um datagrama contendo o seu endereço IP e o endereço físico. A máquina que gerou o broadcasting passa a usar o endereço físico do destino para enviar seus datagramas.

Falhas ARP Protocolo
Principal falha ARP está em seu cache. Sabendo que é possível para ARP para atualizar entradas existentes, bem como adicionar ao cache, este leva a crer que as respostas forjadas podem ser feitas, que resultam em ataques de envenenamento de cache ARP.

ARP Cache Poisoning: Broadcasting forjada ARP respostas em uma rede local. Em certo sentido, "enganando" os nós da rede. Isto pode ser feito porque não tem recursos de autenticação ARP, assim, aceitar cegamente qualquer pedido e resposta que é recebido ou enviado.

MAC Flooding: Um ataque de envenenamento de cache ARP que é usado principalmente em ambientes comutados. Inundando um switch com endereços MAC falsos, o switch fica sobrecarregado. Devido a isso, ele transmite todo o tráfego de rede para cada nó conectado. Este resultado é conhecido como "modo de transmissão", pois, todo o tráfego passando pelo switch é transmitido para fora, como um Hub faria. Isso, então, pode resultar em sniffing todo o tráfego de rede.

Hijacking
Em ciência da computação, seqüestro de sessão é a exploração de um computador válido sessão, às vezes também chamada uma sessão-chave para ganhar acesso não autorizado a informações ou serviços em um sistema de computador. Em particular, ele é usado para se referir ao roubo de um cookie mágico usado para autenticar um usuário a um servidor remoto. Tem particular relevância para os desenvolvedores web, como os cookies HTTP usado para manter uma sessão em muitos sites podem ser facilmente roubados por um atacante usando um computador intermediário ou com acesso aos cookies salvos no computador da vítima

Connection Resetting
O nome explica-se muito bem. Quando estamos redefinindo conexão de um cliente, estamos cortando sua conexão ao sistema. Isto pode ser facilmente feito usando o código especialmente criado para fazê-lo. Felizmente, temos software maravilhoso que foi feito para nos ajudar a fazê-lo.

Man-In-The-Middle
O man-in-the-middle é uma forma de ataque em que os dados trocados entre duas partes, por exemplo você e o seu banco, são de alguma forma interceptados, registados e possivelmente alterados pelo atacante sem que as vitimas se apercebam.[1] Numa comunicação normal os dois elementos envolvidos comunicam entre si sem interferências através de um meio, aqui para o que nos interessa, uma rede local a Internet ou ambas.

Durante o ataque man-in-the-middle a comunicação é interceptada pelo atacante e retransmitida por este de uma forma discricionária. O atacante pode decidir retransmitir entre os os legítimos participantes os dados inalterados, com alterações ou bloquear partes da informação.

Como os participantes legítimos da comunicação não se apercebem que os dados estão a ser adulterados tomam-nos como válidos, fornecendo informações e executando instruções por ordem do atacante.

Packet Sniffer
A "packet sniffer" é um utilitário que fareja sem modificar os pacotes da rede de forma alguma.
Farejamento de pacotes. É um método de espionagem, que permite interceptar os pacotes de dados transmitidos por outros micros, através da rede. Em redes Ethernet os pacotes são transmitidos a todos os micros da rede, daí dizer-se que as redes Ethernet usam uma topologia lógica de barramento. Em teoria, somente a placa de rede que tivesse o endereço MAC correto leria o pacote, as demais os ignorariam. Mas, como de qualquer forma todos os outros micros recebem os pacotes, não é tão difícil assim burlar este frágil sistema, passando a ter acesso a todos os dados transmitidos através da rede. A mesma vulnerabilidade existe no acesso via cabo, já que vários usuários estão ligados ao mesmo cabo.

No caso das redes Ethernet não existe proteção, ao menos que seja implantado algum sistema de criptografia. Mas, maioria das empresas que oferece acesso via cabo já vem implantando sistemas de criptografia para proteger seus usuários. Note que o Packet Sniffing só permite ler os dados transmitidos no mesmo segmento de rede e não na Internet.

Negação de Serviço

Ataques de negação de serviço pode ocorrer quando grandes quantidades de pacotes não solicitados são direcionados contra um determinado host e/ou opcionalmente em portas específicas. Isto pode resultar no nó remoto causando pânico e fechando a porta (negando o seu serviço), ou até mesmo desligar o sistema todo - possivelmente um reboot.
MAC Address Flooding pode ser considerado um ataque de negação de serviço.
Em um ataque típico MAC Flooding, o switch é bombardeado por pacotes que contém diferentes destinos de endereço MAC. A intenção é consumir a memória limitada reservada no switch para armazenar a tabela de endereço físico do MAC.

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Ajude a melhorar o artigo, enviando dicas e informações....

domingo, 15 de maio de 2011

Encurtadores de URL´s



Desde que começamos a sofrer com o limite dos 140 caracteres, os serviços para encurtar URLs, ganharam visibilidade.
Particularmente eu não gosto desses serviços, não tem como saber que "desgraça" estar por traz do link, então muitos crackers estão usando esse endereços mascarados para disseminar vírus...

Vou listar alguns mais populares, mas caso fiquem com suspeitas usem o serviço do untine - http://untiny.me/ um desencurtador de URL´s.

http://bit.ly/

http://migre.me/

http://tinyurl.com/

http://notlong.com/

http://is.gd/

http://tr.im/

http://www.uiope.me/

http://www.okm.me/

http://pra.la/

http://clipe.me/

http://taih.info/

http://curt-ir.com/

http://favi.me/

http://bif.me/

http://ww7.me/

http://goo.gl/

http://v.gd/

http://miud.in/

http://pqp.vc/

http://www.sitemeu.net/

Tipos de criptografia de senhas

Tem um artigo no blog, falando sobre hash e alguns tipos de hash mais populares http://remote-execution.blogspot.com/2011/03/o-que-e-hash.html .

E indispensável hoje em dia identificar o tipo de criptografia.

Nesse tópico vou lista os tipos de criptografias usados em senhas:

Mais comuns:

md5 = aba8c5f77c63653318ac43fe1a1d54ff
md4 = 67e36c3b402837bc8d9bc1c982233ad7
md2 = d1c34d62fc8a2ffb68536d82cca44334
sha1 = 59f86a19c4b2f8d80e5b14abc351d050dea188eb
sha256 = a94a011d426052a7c81692f0d3f8032424d9178d419acb2fcdcea3160383f602
sha384 = 6dba2d81242cc76c0ea17f3da21cb7d47439a65074fbe679dc92394b4f5c6b954436e8
69248df9b60412ebee97d41fcd
sha512 = 48fcd376a0eb0227a6d7bc3a28ef826f5c2bc4a62fe0fc2139e7427ccb86851f2030e5
a855b2a501b98e70f0040d592711426b6798cb8be110bf4dc75724cd2b
LM = 7bc213962f4bcef4f9393d97e7a1873c
NT = e6dd58312b8f14b889be39d8db2007fd
base_64 = cGFuZGVtaWM=
rot_13 = cnaqrzvp

Menos comuns:

crc32 = 2fda1591
crc32b = 968c0941
snefru = 5369d04ab36c05e6ee996a7eb48ae8eabcc8bdcb6dac2313bfc8a2babcd7c781
gost = 3d7ef36be32f6e34d5ebbae623295f5aced68d3c65406543449f208ffe0ad318
adler32 = 0ec70342
ripemd128 = cb9c7298626eb8ee0cf512ff3e7d4037
ripemd160 = 89dfb8ce8200d4eb238c7548c9757dc67160c028
tiger128,3 = 3d11457e9e47411c7b233baa90d7c650
tiger128,4 = c9400fdc3b6383ab8bb84404601fbfd2
tiger160,3 = 3d11457e9e47411c7b233baa90d7c650f6f669d7
tiger160,4 = c9400fdc3b6383ab8bb84404601fbfd23a1793de
tiger192,3 = 3d11457e9e47411c7b233baa90d7c650f6f669d7f6d42787
tiger192,4 = c9400fdc3b6383ab8bb84404601fbfd23a1793de7655d0f0
haval128,3 = e901a382531811fe11eeca7c81d1f256
haval128,4 = 78e397c109c31e65dda2300568d715fd
haval128,5 = 6292bd7e504a4e487e3e3105eb92d02c
haval160,3 = 3b5cfdf65ca5e7e8501e21f19a51e697ca8ddfa4
haval160,4 = bf8ec2e0e1fd63e222d659cd9249a2eb7fb8f0d6
haval160,5 = bb56c5fed5abf72d12b3a0efd7c031c4952e9006
haval192,3 = ad73ada2cd0127771526d0d93c15894b0b9bb1affb13015e
haval192,4 = 56198e71a73dbd2b4ccc5a09b584140d2e66cffef19a79d3
haval192,5 = b1f209c245b3caed6238cfdfbf0967d5f53972129daf23d1
haval224,3 = a1e79ed89e599dc8aeb0bb76e207751c4b760eeea363ddbc8413805c
haval224,4 = dd65527ada7c35b3ff9535851be011a93eb62e51ef3eb112a7ab1887
haval224,5 = 0516bc0064806c6ff70cff3bb06c55a3b62be3c393c3a6874c04ae0c
haval256,3 = 21cbc6fcd6adef4354aa9ef3cf639e73a63aeb50cf5b5ce93f70863619f9d2b9
haval256,4 = 7ae3cbb3b02b1f890e1c375f987a13f6ae97fa8a5e392e4f60ec5d6b6fac1565
haval256,5 = f57a10b3dbdcc95d768e6b5e3a7818505826140e27047ad8bef5c10997d234dc
whirlpool = c86c64e781718ab426b7dcd36b1468a3781cee0be35aac5957a43408e8b15a65dfeee1
499ba9b18a847f9a39d68c1dfb4dd682967ff67b11595ad2dcc27fdbc1

Pandemic

Brasileiros não aceitam ser criticados e nem contrariados.

Acabei de bater papo com um amigo que acaba de voltar dos EUA. Ele voltou depois de 6 anos. O que mais lhe chamou a atenção de diferente entre a cultura americana e a brasileira é que: Brasileiro não gosta de ser criticado, muito menos contrariado. Quando isso é feito, ele fica de mal, levando até mesmo para o lado pessoal.

Desde pequenos, nós, brasileiros, fomos acostumados a não criticar ninguém. “Isso é feio”, diziam nossos país. Mas como avaliar uma pessoa ou dizer que ela está fazendo algo errado sem criticá-la. O famoso feedback é um jargão bonito que muitas pessoas para o que ? Criticar alguém ou alguma coisa.

Outro termo que é engraçado e muito empregado por aqui é a crítica positiva. A pessoa começa a frase dizendo: Farei uma crítica, mas já aviso que é positiva. O ato de criticar é da natureza humana, quando você o faz é porque você possui uma opinião, positiva ou negativa, sobre uma determinada coisa, resta à pessoa analisada aceitar ou não, e serei sincero, o problema é totalmente dela o fato de aceitar ou não a critica.

Convivo com diferentes pessoas e culturas e aprendi, nesses 30 anos, que não podemos agradar a gregos e troianos. A critica que recebemos dos felizes e infelizes, como diz a minha avó, deve ser analisada pelo seguinte ponto de vista: ela trará ou não trará algo de útil para você ?. Um ponto interessante em nossas vidas nos importamos menos com as críticas quanto mais envelhecemos, fazendo o que queremos e não estando nem aí para a opinião dos outros.

Vejam por exemplo as pessoas que chegam na crise dos 30 e dos 40 anos. Em minha opinião, estas pessoas ligam o velho e conhecido foda-se e querem fazer o que vier na cabeça, sem se preocupar com a opinião de ninguém. Quanto mais uma pessoa que chega aos seus 60 ou 80 anos.
O fato é que o ser humano deve se lembrar, constantemente, que estamos em um processo evolucionário, e a crítica é a forma de continuarmos este processo, seja ela boa ou ruim.

Contrariar uma pessoa aqui no Brasil, para muitos, é o mesmo que dizer que esta pessoa é burra. Brasileiros contrariados se sentem ofendidos. Suas opiniões são tidas como verdadeiras e imutáveis, onde o que os outros pensam não importa ou está completamente errado. Ledo engano, caros brasileiros. Nossas ideias sobre o mundo, política e civilidade estão completamente erradas.

Estamos anos-luz de distância de povos que discutem ideias entre si há séculos e possuem uma qualidade social e econômica muito diferente da nossa, e vocês sabem por que ? Se as pessoas não discordam com uma coisa, elas falam, expõem e discutem. Caso isso que estou falando fosse diferente, nós não elegeríamos tantos corruptos, bandidos e salafrários. Não teríamos tanta miséria e desigualdade.

Se eu não concordo com uma opinião ou ponto de vista, eu falo, mas de forma educada. Não sejamos ogros ou seres mal educados, até porque nós somos civilizados. Outro ponto que acho muito engraçado é a capacidade de criarmos deuses, gênios ou experts sobre um determinado assunto, onde tudo o que ele dizer está correto, é escrito com sangue e nunca poderá ter a sua opinião contrariada, já que ele, o semi-deus, sabe mais que nós, pobres mortais.

Pessoas fingem ser ignorantes para não passar aquela ideia de serem chatas ou cricri, frases como:  “Ele vai ficar sismado ou chateado comigo se eu discordar “ são ditas por aqueles que têm medo de se expressar. Vejo por exemplo alguns professores universitários. Eles apresentam de cara os seus títulos e trabalhos antes de falarem o seu próprio nome, dizendo que estão ali para ensinar, já que os alunos presentes não estão preparados, ainda, para discutir ou expressarem a sua própria opinião por não serem dignos deste ato, tido por muitos, quase místico.

O ato de entender ou aprender algo começa no momento que você discute o por que deste algo ser ou existir assim.

Postado por Gustavo Lima do blog coruja de TI
http://blog.corujadeti.com.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Instalação e uso do LOIC no Linux

Desde que o grupo Anonymous usou o Low Orbit Ion Cannon (LOIC) para atacar uma serie de empresas que entraram no caminho do Wikileaks, este software tem sido colocado no centro das atenções.


LOIC é uma aplicação open source de ataque de rede, escrito em C. LOIC executa uma negação de serviço, ataque (DoS) (ou quando utilizados por várias pessoas, um ataque DDoS) em um local de destino, inundando o servidor com os pacotes TCP, UDP, HTTP ou pedidos com a intenção de interromper o serviço de um determinado host. As pessoas têm usado para se juntar LOIC alguns botnets.

O LOIC pode ser usando para testar reações em servidores contra tal ataque e também para testar os mecanismos de segurança dos envolvidos.

LOIC esta disponível no sistema operacional Windows XP ou superior, mas claro que é possível também usar no GNU/Linux com algumas manipulações.

Instalando o LOIC


Provavelmente e possível a instalação em todas as distribuições linux. Nessa tutorial estou usando o Ubuntu.

Começamos instalando os seguinte programas:

No Ubuntu/Debian entre no shell e execute:

sudo apt-get install git-core monodevelop

Encontrei um script que nos permite: Inicia, atualizar e executar o LOIC.

mkdir ~loic 
Baixe o script http://www.4shared.com/file/rly7YCfe/loic.html
mv loic.sh /home/bhior/~loic
cd ~loic
chmod a+x loic.sh


Instalando o LOIC.

Entre com o seguinte comando:

./loic.sh install

O script ira baixar a ultima versão dispobivel, e em seguinda, executar uma instalação no diretorio ~/loic/LOIC.

Atualizando o LOIC

Entre com o seguinte comando:

./loic.sh update

O script irá verificar a existência de uma nova versão disponível no GIT, e em seguida, executar uma instalação no diretório ~/loic/LOIC.

Iniciando o LOIC

Agora e a parte importante:

./loic.sh run

A seguinte janela deverá aparecer:


Não testem este software em um site que não pertence a você! Na verdade, o software não tem nenhum mecanismo para esconder o seu endereço IP, e você será mais facilmente detectado pelo site de destino. Mesmo sem prever o futuro sei que muitos não vão seguir o apelo. hahaha

Por padrão, o tipo de ataques de inundação são lançados no TCP/80 porta (mas é possível fazer ataques UDP ou HTTP). 10 processos são executados em paralelo.


A interface gráfica e de fácil utilização, crio que e difícil alguém que terá dificuldades.

Greatz nicolargo

 

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