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sábado, 23 de abril de 2011

Distribuições Linux de Segurança em rede e monitoramento.


Insta-snorby

O aplicativo é projetado para usuários que querem testar Snorby (um novo Snort IDS front-end) ou precisa de um suspiro rápido e um sensor snort instalado.
Ele vem com o seguinte:

* Snort 2.9.0.3 - A última versão do popular Intrusion Detection System
* Barnyard 2.19 - Um aplicativo que decifra Snort unified2 logs e coloca-los no banco de dados snorby
* Snorby 2.2.1 - A IDS front-end
* OpenFPC - acompanhamento completo de captura de pacotes
* Pulled Pork 0.5 - gerenciamento de atualização de regra IDS

O processo de instalação o guiará através da configuração do servidor MySQL e pedir para você colocar no seu "Oinkcode", que irá baixar automaticamente as últimas regras VRT (as sigs que o poder do IDS) da Sourcefire. Regras emergentes ameaça (outra distro regras popular) já foram baixados e habilitados.

http://www.snorby.org/

Smooth-Sec

Smooth-Sec é um pronto to-go IDS/IPS (Intrusion Detection/Prevention System) da distribuição Linux baseada no multi threaded Suricata IDS/IPS e Snorby, a aplicação web de primeira linha para monitoramento de segurança de rede. Smooth-Sec é construído sobre o Ubuntu LTS 10,04 usando o TurnKey Core base como plataforma de desenvolvimento. A funcionalidade é o ponto chave que permitem implementar um completo IDS/IPS, sistema instalado e funcionando fora da caixa em poucos minutos, mesmo para iniciantes de segurança com experiência mínima Linux.

http://bailey.st/blog/smooth-sec/

Siem-live

SIEM-live é um go-to SIEM (Security Information and Event Management) com base em ferramentas Open Source, e Debian-live. Para coletar os eventos que ele está usando Suricata IDS/IPS, o syslog como um coletor central, OpenVAS para procurar vulnerabilidades, e muitos outros. Os alertas e os eventos serão armazenados em Open Source SIEM Prelude, analisados ​​e correlacionados. Os resultados serão acessíveis através da interface web (Prewikka).

SIEM-live é um inicializável LiveCD, que oferece um sistema totalmente funcional sem nenhuma configuração necessária. Ele também pode usar a persistência, ou pode ser instalado em um disco rígido / USB key.

Seu objetivo é fornecer uma maneira fácil de implementar e testar um SIEM, e ser capaz de ver rapidamente o que está acontecendo em uma rede e se concentrar em tentar detectar padrões de alto nível com correlação. Também conterá visualização e ferramentas de relatórios em um futuro próximo.

https://www.wzdftpd.net/redmine/projects/siem-live

Security Onion LiveDVD

The Security Onion LiveDVD é um DVD de arranque que contém o software utilizado para a instalação, configuração e testes Intrusion Detection Systems. É baseado no Xubuntu 10,04 e contém o Snort, Suricata, Sguil, Squert, Xplico, nmap, metasploit, Armitage, Scapy, hping, netcat tcpreplay, e muitas outras ferramentas de segurança.

http://securityonion.blogspot.com/

Network Security Toolkit

The Network Security Toolkit (NST) é um CD Linux Live, que oferece um conjunto de segurança de computador de código aberto e ferramentas de rede para realizar a segurança de rotina e de tarefas rede e de diagnóstico e monitoramento. A distribuição pode ser usado como uma análise de segurança de rede, a validação e a ferramenta de monitoramento de servidores que hospedam as máquinas virtuais. Outros recursos incluem a visualização de ntop, wireshark traceroute, e dados de geolocalização kismet os endereços de host, endereço IPv4 conversa, os dados traceroute e pontos de acesso sem fio e exibi-las através do Google Earth ou um Mercator World Map imagem de bits, uma captura de pacotes baseados em navegador e sistema de protocolo de análise capaz de monitorar até quatro interfaces de rede usando o Wireshark, bem como um sistema de detecção de intrusão baseada em Snort com um "colecionador" backend que armazena os incidentes em um banco de dados MySQL.

http://www.networksecuritytoolkit.org/

EasyIds

EasyIDS é uma open sourc IDS (Intrusion Detection System) de distribuição baseados em Snort. Criada no CentOS e administrado a partir de uma interface de gestão baseada na web, EasyIDS tira a dor ea frustração da implantação de um sistema de detecção de intrusão.

Projetado para o novato de segurança de rede com experiência mínima Linux, EasyIDS pode converter quase qualquer computador x86 da indústria padrão em pleno funcionamento do sistema de detecção de intrusão em menos de 15 minutos. EasyIDS reduz os custos de implantação e manutenção da segurança das redes sem comprometer a funcionalidade ou desempenho.

http://www.skynet-solutions.net/easyids/

sábado, 16 de abril de 2011

Burlando sites bloqueados por filtro de URL

Dica para estudante, tantos de escolas, cursos técnicos, faculdades e etc... Para burlarem os bloqueios de sites, essa e alguma das técnicas usadas. Existem outras mais eficientes, como o uso de proxy.



Primeiro passo e descobrir o IP do site alvo. Recurso simples e encontrados em todos os S.O. e o PING que e um comando usado para testa equipamentos.



Segundo passo: Vamos converter os números do endereço IP em binário, note que exite 4 seções de números diferente, para que o processo de certo e necessário converte seção por seção. Você pode usar a calculadora do seu sistema operacional, no meu caso eu usei a calculadora do meu SO linux( Também encontrado no Windows) como calculadora programável, e comece a converter as seções dos números, digite o numero na caixa de dialogo e clique em BIN, pegue o valor de 8 dígitos e coloque no bloco de notas, e faça o mesmo procedimento com os demais numeros.




Valor binário do endereço IP= 01001010 01111101 11100101 01110100
Terceiro passo e converter o valor binário para decimal em 32 bits.




Resultado:
Binario: 01001010011111011110010101110100
Convertido: 1249764724

Quarto passo e abri o navegador e digitar o convertido em 32 bits:
Ex:
http://1249764724

OBS: Existem limitações nesse hack para site rodando em maquinas virtuais. E se você achar o procedimento com a caculadora dificil, use o serviço desse site http://www.csgnetwork.com/ipaddconv.html.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Brasil Underground - Grupo brasileiro de informática hacker

                           Brasil Underground


Convido os leitores do blog a participar de um grupo de discussão sobre informática hacking e afins.
Serão abordados todo tema relacionado a segurança digital:

Teste de intrusão
Defacement
Engenharia reversa
Engenharia social
Cracking
Programação
Phreaker 
Etc...

Ingresse no grupo através desse link:
https://groups.google.com/group/brasil-underground?hl=pt

Para todos que tiverem a  intenção de aprender e compartilhar seus conhecimento, lembrando que o conteúdo e restrito!

Administradores:

Wander Teixeira - http://www.exploit-h.org/
Marcos Pitanga
Clandestine - http://www.clandestine-ethicalforense.blogspot.com/
Kembolle Amilkar - http://www.kembolle.com.br/
Fabiano matias

sábado, 2 de abril de 2011

Acessando IRC com Xchat via TOR

O que é IRC ?

O IRC é uma das mais antigas ferramentas de comunicação e ainda uma das mais eficientes. Diferentemente dos sistemas de mensagem instantânea (MSN, ICQ, Jabber, etc) com os quais você conversa com quem já conhece, no IRC você tem a oportunidade de conversar com centenas ou milhares de pessoas que não conhece.

O IRC é dividido em várias salas, mais formalmente chamados de canais, onde todas as mensagens enviadas para um canal são recebidas por todos os usuários presentes no mesmo. Os usuários são identificados por um nickname, que em português significa apelido. Conceito bem similar aos sistemas de bate papo da atualidade.

Tor

The Onion Router, também conhecido pela sigla TOR, é uma rede de computadores distribuída com o intuito de prover meios de comunicação anônima na Internet. A maioria das distribuições GNU/Linux disponibilizam pacotes do TOR. A rede Tor é uma rede de túneis http (com tls) sobrejacente à Internet, onde os roteadores da rede são computadores de usuários comuns rodando um programa e com acesso web (apenas). O objetivo principal do projeto é garantir o anonimato do usuário que está acessando a web.

XChat

O X-Chat, normalmente escrito XChat ou xchat, é um dos mais populares clientes gráficos de IRC para sistemas GNU/Linux e outros (Unix-like, Windows e Mac OS X). Ele possui abas, suporte para múltiplos servidores e um alto nível de configuração. É licenciado sobre a GNU General Public License e usa a biblioteca GTK+ para a sua interface gráfica. É possível usar plugins no XChat de várias linguagens de programação: Perl, Python, Tcl, Ruby e C.

Vamos a configuração:

Pre requisito e que você ja tenho o TOR e o Xchat instalados em um sistema operacional GNU/Linux.

Baixe o script escrito em perl http://adipose.attenuate.org/~stephen/ircd-seven/sasl/cap_sasl_xchat.pl  ou em python http://adipose.attenuate.org/~stephen/ircd-seven/sasl/cap_sasl_xchat.py, e mova para o diretório raiz do xchat e /.xchat2/ .

Inicie o Xchat, nesse ponto, você deverá preencher Nick (apelido que esta registrado no FreeNode), Segunda Escolha (segundo apelido, pode deixar em branco se quiser), Terceira Escolha (terceiro apelido, pode deixar em branco se quiser), Nome de Utilizador (seu primeiro nome), Nome Verdadeiro (seu nome completo).

 Clique em adicionar, e digite o nome que vai dar a rede tor do freenode.


Agora vamos colocar o servidor para a rede, para isso vamos pegar o serviço TOR escondido no DNS do freenode.net, em um registro CNAME irc.freenode.net não resolvido, que pode ser recuperado com a seguinte sintaxe de comando através de um shell Unix.



Agora clique em editar e coloque o nome no lugar de newserver/6667.

Ficando assim:

Agora inicio o cliente com o servidor configurado. Entre em configurações > Preferencias > Configuração de Rede, Deixe configurado dessa forma abaixo:


Agora vamos configurar o sasl, digite /sasl -set (aparece a forma de configurar o sasl)
SASL: usage: /sasl set

Em seguida configure com seu nick e senha registrados no FreeNode.
/sasl -set freenode-tor PLAIN
Ficando assim:
/sasl -set freenode-tor Bhior 123456 PLAIN


Apos isso, reinicie o Xchat e desfrute de uma navegação anonima.

Se alguem tive alguma sugestão de canais, informe abixo:

#request antigo remote-execution
#backtrack-linux-br
#exploits-br
#dclabs
##unix-br
#reset
#archlinux-br
#c4ll

Abraços

terça-feira, 15 de março de 2011

O que é hash?


Obs: Tentei encontrar uma imagem semelhante a explicação... :D

O que é Hash?

Um hash (ou escrutínio) é uma sequência de bits geradas por um algoritmo de dispersão, em geral representada em base hexadecimal, que permite a visualização em letras e números (0 a 9 e A a F), representando 1/2 byte cada. O conceito teórico diz que "hash é a transformação de uma grande quantidade de informações em uma pequena quantidade de informações".

Essa sequência busca identificar um arquivo ou informação unicamente. Por exemplo, uma mensagem de correio eletrônico, uma senha, uma chave criptográfica ou mesmo um arquivo. É um método para transformar dados de tal forma que o resultado seja (quase) exclusivo. Além disso, funções usadas em criptografia garantem que não é possível a partir de um valor de hash retornar à informação original.

Como a sequência do hash é limitada, muitas vezes não passando de 512 bits, existem colisões (sequências iguais para dados diferentes). Quanto maior for a dificuldade de se criar colisões intencionais, melhor é o algoritmo.

Uma função de hash recebe um valor de um determinado tipo e retorna um código para ele. Enquanto o ideal seria gerar identificadores únicos para os valores de entrada, isso normalmente não é possível: na maioria dos casos, o contra-domínio de nossa função é muito menor do que o seu domínio, ou seja, x (o tipo de entrada) pode assumir uma gama muito maior de valores do que hash (x) (o resultado da função de hash).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hash

Explicando um pouco a função Hash?

Como descrito acima, você pode ter uma noção do que e uma hash, mas muitos acreditam que as hashes podem ser decifradas, bem, isso e um equivoco comum, elas são geradas por algorítimo hash criptografo, o algoritmo que criou elas não podem ser revertidas para determinar a senha em texto simples.
Essa procedimento utilizados por computadores, e uma forma de evitar que as senhas sejam armazenas em texto puro na memoria, ao invés, quando uma senha e inserida (Ex: numa tela de login) um algoritmo hash cria um resultado da senha fornecida, e em seguida a saída hash e comparada com a hash para esse usuario que esta armazenado na memoria. Se os dois hashes não coincidirem, o usuario e autenticado, se os dois hashes não são os mesmo as senhas não combinam e o usuario tem acesso negado.

Tipos de hashes e como identificá-los

MD5 - O hash mais comuns que você vai encontrar na natureza é um hash MD5
(Message-Digest algorithm).

Esses hashes são facilmente identificados pelos seguintes fatores:
- Eles estão sempre 32 caracteres de comprimento (128 bits)
- Eles são sempre hexadecimal (Utilize apenas caracteres 0-9 e A-F)

Exemplo - f5d1278e8109edd94e1e4197e04873b9

Se o hash quebra uma dessas regras não é MD5.

SHA1 - Ainda usado com frequência na internet e faz parte de uma grande família de Secure Hash Algorithms.

Esses hashes são facilmente identificados pelos seguintes fatores:
- Eles estão sempre 40 caracteres de comprimento (160 bits)
- Eles são sempre hexadecimal (Utilize apenas caracteres 0-9 e A-F)

Exemplo - ab4d8d2a5f480a137067da17100271cd176607a1

Se o hash quebra uma dessas regras  não é SHA1.

MySQL 4.1 - Estes não são usados ​​com muita frequência, mas ainda surgem em muitas vezes porque as pessoas não têm ideia do que fazer com eles, eles são usados ​​em versões mais antigas do Mysql.

Esses hashes são facilmente identificados pelos seguintes fatores:
- Eles estão sempre 16 caracteres (64 bits)
- Eles são sempre hexadecimal (Utilize apenas caracteres 0-9 e A-F)

Se o hash quebra uma dessas regras não é MYSQL 4.1.

Exemplo- 606727496645bcba

MYSQL5 - usado em versões mais novas do MySQL para armazenar senhas de usuários de banco de dados.

Esses hashes são facilmente identificados pelos seguintes fatores:
- Eles estão sempre 41 caracteres de comprimento
- Eles são sempre capitalizados
- Eles sempre começam com um asterisco

Se o hash quebra uma dessas regras não é MYSQL5.

Exemplo: *C8EB599B8E8EE7BE9F1A5691B7BC9ECCB8DE1C75

MD5 (Wordpress) - palavra usada em sites de imprensa dirigida, um dos hashes mais comumente confundidos em HF.

Estes Hashes são facilmente identificados pelos seguintes fatores:
- Eles sempre começam com $P$
- Eles estão sempre alfa caso variável numérica (0-9 a-z A-Z)
- Eles estão sempre 32 caracteres

Se o hash quebra uma dessas regras não é MD5(Wordpress).

Exemplo - $P$9QGUsR07ob2qNMbmSCRh3Moi6ehJZR1

MD5 (phpBB3) - Usado em fóruns PHPBB, outro hash comumente identificados.

Estes Hashes são facilmente identificados pelos seguintes fatores:
- Eles sempre começam com $H$
- Eles estão sempre alfa caso variável numérica (0-9 a-z A-Z)
- O sempre são 32 caracteres

Se o hash quebra uma dessas regras não é MD5(phpBB).

Exemplo - $H$7zrZa3mV3zwqTk0DCZc/89nm2GHR6R
                                   _____________
          _____________//

Dicas e sugestões reporte abaixo ou mandem por e-mail (blogdobhior@gmail.com) - Greatz raven1959

quarta-feira, 2 de março de 2011

Colunistas

Ola pessoal, vou da inicio no projeto request777 apos o carnaval, gostaria de saber se alguém esta interessado em ser colunista do site?


Os interessados deixem seus contatos abaixo.


Abraços []'

 

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